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INMET prevê calor no Brasil e chuva irregular em outubro de 2026

Temperaturas devem superar a média em grande parte do país, enquanto a chuva varia entre regiões e afeta a agricultura.

INMET prevê calor no Brasil e chuva irregular em outubro de 2026
Foto: Reprodução

A previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica temperaturas acima da média em grande parte do Brasil durante outubro de 2026. Os maiores desvios devem ocorrer nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. A chuva, por sua vez, terá comportamento desigual: áreas do Sul e do Sudeste podem registrar volumes superiores ao normal, enquanto partes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste tendem a ficar abaixo da média.

Sul e Sudeste

Na Região Sul, a chuva pode apresentar anomalias positivas de aproximadamente 75 milímetros. No leste do Rio Grande do Sul, os acumulados têm possibilidade de superar a média climatológica em até 200 milímetros. O Paraná deve ter temperaturas de até 1,5°C acima da média, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul podem registrar desvios de até 1°C.

No Sudeste, a distribuição da chuva deve ser irregular. Minas Gerais e Espírito Santo tendem a ficar abaixo da média, enquanto São Paulo pode ter volumes mais elevados, sobretudo entre Itapetininga e o Litoral Sul. No Rio de Janeiro, os acumulados devem ficar próximos da média, mas sem distribuição uniforme.

O calor deve predominar na maior parte da região. Em Minas Gerais, os desvios podem superar 2°C. No norte de São Paulo, podem chegar a 2°C; nas demais áreas paulistas, a previsão aponta temperaturas de até 1,5°C acima da média.

Centro-Oeste, Norte e Nordeste

No Centro-Oeste, a chuva deve ficar abaixo da média histórica, com exceção do sudoeste e do leste de Mato Grosso do Sul. Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e áreas de Mato Grosso do Sul, especialmente o Pantanal e o centro-norte do estado, devem concentrar os menores volumes.

As temperaturas podem superar o normal de outubro em mais de 2°C no centro de Goiás, incluindo o Distrito Federal, e no extremo noroeste de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas, os desvios podem alcançar 1,5°C.

Na Região Norte, a chuva tende a ficar abaixo da média em grande parte de Roraima, no norte do Amazonas e em setores do Pará. Já o sudoeste do Amazonas, o Vale do Acre e o Amapá podem ter acumulados próximos ou superiores ao normal. As temperaturas devem ficar acima da média em quase toda a região, com variações entre 1,5°C e 2°C especialmente no centro do Pará e no Acre.

No Nordeste, a maior parte dos volumes deve ficar abaixo da faixa normal. Rio Grande do Norte e áreas do Ceará, Piauí, Paraíba e Bahia podem registrar acumulados próximos da climatologia. Entre o leste de Sergipe e o nordeste da Bahia, além do sul baiano, são previstos déficits de chuva. No MATOPIBA, as temperaturas podem superar a média em até 1,5°C; na região central da Bahia, o desvio pode chegar a 2°C.

Possíveis efeitos na agricultura

O calor associado à menor quantidade de chuva pode reduzir a umidade do solo e dificultar a implantação de culturas de verão, especialmente a soja, em partes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

No Sul, o excesso de chuva pode diminuir as janelas para colheita e semeadura e favorecer doenças nas lavouras. Em São Paulo, os volumes previstos tendem a contribuir para a semeadura e o desenvolvimento inicial da soja.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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