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Trump ameaça Irã por tentativa de ataque em voo da FlyDubai

Presidente dos EUA diz que República Islâmica será atingida caso seja comprovada ligação com agressor que esfaqueou piloto.

Trump ameaça Irã por tentativa de ataque em voo da FlyDubai

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou retaliar o Irã caso seja comprovada uma ligação entre o país e o copiloto acusado de tentar derrubar um voo da FlyDubai com destino a Israel. O ataque teria colocado em risco a vida de mais de 180 pessoas a bordo.

O copiloto esfaqueou o comandante durante o voo, provocando uma queda abrupta da aeronave. A tripulação e os passageiros conseguiram conter o agressor, e o avião fez um pouso de emergência na Arábia Saudita. Investigadores ainda apuram o que motivou a ação.

Questionado na Casa Branca sobre possíveis vínculos entre o agressor e Teerã, Trump afirmou que o governo americano trabalha para esclarecer o caso. “Eu diria que a resposta, pelo que estou ouvindo, é sim, mas estamos trabalhando nisso agora”, disse, sem apresentar a razão da suspeita de envolvimento iraniano.

Ao ser perguntado sobre uma eventual retaliação dos Estados Unidos, caso a ligação seja confirmada, o presidente respondeu que o Irã será atingido “muito duramente”.

As declarações foram dadas enquanto as negociações para encerrar a guerra enfrentam sinais de estagnação. Autoridades iranianas disseram ter recebido uma resposta oficial dos Estados Unidos à proposta mais recente de Teerã para pôr fim ao conflito de sete meses. O governo iraniano não divulgou o conteúdo da resposta nem informou se ela rejeita a proposta.

Em entrevista à revista Time publicada na quinta-feira, Trump afirmou que não aceitará propostas iranianas que não teria aprovado há um ano. Ele também deixou em aberto a possibilidade de retomar bombardeios depois da eleição americana de 3 de novembro.

Um funcionário dos Estados Unidos informou que cerca de 9.000 militares foram enviados ao Oriente Médio a bordo de um grupo de navios. O reforço pode levar à presença de três porta-aviões na região já no fim de outubro. Enquanto isso, mediadores seguem tentando negociar um acordo entre Irã e Estados Unidos para encerrar os combates e reabrir o Estreito de Ormuz.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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