BRICS critica sanções sem aval da ONU e alerta para tensões no Oriente Médio
Declaração conjunta defendeu a proteção de instalações nucleares e criticou medidas unilaterais durante cúpula em Nova Délhi.
Declaração conjunta defendeu a proteção de instalações nucleares e criticou medidas unilaterais durante cúpula em Nova Délhi.
Declaração aprovada em Nova Déli também critica medidas comerciais unilaterais e reafirma o diálogo como caminho para disputas internacionais.
Ricardo Leães afirma que a reação americana combina mudança de tática com a manutenção de uma estratégia imperialista.
Tensões no Oriente Médio pressionaram as cotações, enquanto riscos ao refino e à navegação ampliaram as preocupações sobre a oferta.
Brent encerra o pregão a US$ 107,63, enquanto ataques e tensões ampliam as preocupações com oferta e refino.
O petróleo subiu nesta quinta-feira, enquanto a piora do conflito dificultou a distribuição e levou o WTI à maior cotação desde maio.
Moeda subiu 0,44% em sessão marcada por ataques no Oriente Médio e decisões conflitantes de ministros do Supremo.
Ataques entre os dois países elevaram o Brent a US$ 101,55 e ampliaram os temores sobre o abastecimento global de energia.
Medida inclui restrições a autoridades britânicas, parlamentares e cidadãos críticos a Israel, em resposta a sanções contra assentamentos na Cisjordânia.
Conflito ameaça rotas de exportação e pode elevar o Brent acima de US$ 120, segundo o Goldman Sachs.
Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que Teerã prepara retaliações mais rápidas e duras após bombardeios contra navios e uma festa de casamento.
Mohammad Baqer Qalibaf disse que o Irã abandonará respostas proporcionais após ataques americanos a navios-tanque no Golfo.
Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que Teerã abandonou a política de respostas proporcionais após novos confrontos no Estreito de Ormuz.
Brent avançou 0,80% na sexta-feira, enquanto o mercado avalia os efeitos do conflito entre Irã e Estados Unidos sobre os embarques.