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Política

Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro, 45% em simulação de segundo turno

Pesquisa aponta empate técnico entre o presidente e o senador, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro, 45% em simulação de segundo turno
Foto: Flávio Bolsonaro/Flickr

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 45%. A diferença de 3 pontos percentuais está dentro da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, e configura empate técnico.

Brancos e nulos representam 6% dos entrevistados. Outros 1% não souberam responder em qual dos dois candidatos votariam.

Na pesquisa anterior, realizada em 24 de setembro, Lula tinha 47%, enquanto Flávio registrava 45%. O levantamento atual foi feito entre 28 de setembro e 1º de outubro, com 2.506 eleitores em todo o Brasil. O índice de confiança é de 95%, e o registro na Justiça Eleitoral é BR-08039/2026.

Contexto recente

Este é o primeiro levantamento Datafolha realizado depois da medida provisória assinada por Lula na última sexta-feira (25), que determinou a proibição das bets no Brasil.

No mesmo período, ganhou dimensão o caso Nossa Senhora Aparecida. As publicações associaram Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, a um projeto de lei arquivado que propôs retirar o título de padroeira do Brasil da figura religiosa.

Na quarta-feira (30), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a decisão de remover os posts que fizeram essa vinculação. A publicação do humorista Antonio Tabet, que deu origem à ação, foi preservada após o ministro André Mendonça mudar seu voto.

A eleição para presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais será realizada neste domingo (4). Se houver segundo turno, a votação está marcada para 25 de outubro.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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