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Operação amplia buscas por helicóptero de Rick em Urubici

Drones com sensores térmicos foram usados durante a madrugada, mas aeronave ainda não foi encontrada pelas equipes em Santa Catarina.

Operação amplia buscas por helicóptero de Rick em Urubici
Foto: Reprodução redes sociais

As equipes que procuram o helicóptero que transportava o cantor Rick e o empresário Bruno Avelar devem ampliar, nesta terça-feira (22), a busca para novas rotas na região de Urubici, em Santa Catarina. A aeronave ainda não havia sido localizada no início da manhã.

Drones equipados com sensores térmicos foram utilizados durante a madrugada, quando as equipes também se dividiram para percorrer diferentes pontos. A aspirante da Polícia Militar de Santa Catarina Regiane Varela, que participa da operação, afirmou que o equipamento foi empregado em áreas de acesso mais difícil por terra, mas não localizou a aeronave.

Como os drones são usados

De acordo com a Polícia Militar, os drones permitem ampliar a cobertura das imagens e alcançar locais onde a chegada das equipes terrestres pode ser mais demorada. Os sensores térmicos podem ajudar a identificar pessoas, movimentação ou algum sinal do helicóptero.

“O drone tem capacidade de chegar muito alto, então amplia a cobertura das imagens”, disse Varela. A partir de eventuais sinais detectados pelos equipamentos, as equipes podem ser direcionadas para verificar os pontos e realizar o resgate.

A chuva interrompeu parte do trabalho, embora tenha parado durante um período da madrugada, permitindo o uso dos drones. No início da manhã, voltou a garoar em Urubici. A expectativa das equipes é que o tempo melhore ao longo do dia.

Novos pontos de procura

Com reforços da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, a operação deve avançar para outros locais. Uma das possibilidades consideradas é que o helicóptero tenha saído da rota prevista entre Urubici e São Joaquim em razão das condições meteorológicas.

Durante a madrugada, as equipes passaram por Santa Bárbara, onde existem áreas consideradas possíveis para pouso, além de Morro Agudo e Vacas Gordas. Outros pontos também devem ser verificados com base nas informações reunidas ao longo da operação.

Os agentes acompanham ainda possíveis sinais dos celulares das pessoas que estavam no helicóptero. Segundo Varela, o monitoramento ocorreu até segunda-feira (21), mas nenhum novo sinal chegou ao conhecimento dela durante a madrugada, e os dados ainda não foram confirmados.

Também participam da operação a Defesa Civil, equipes da prefeitura, voluntários, agentes da Polícia Ambiental, da Polícia Rodoviária Estadual e patrulhas rurais.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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