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Edinho pede apuração de suspeitas de ação estrangeira nas eleições brasileiras

Presidente do PT afirma que inquéritos devem esclarecer eventual interferência externa e critica suspensão de serviços consulares dos EUA.

Edinho pede apuração de suspeitas de ação estrangeira nas eleições brasileiras

O presidente do PT, Edinho Silva, defendeu que as autoridades investiguem suspeitas de interferência estrangeira nas eleições brasileiras e afirmou que o país não deve permanecer passivo diante de possíveis tentativas de atuação externa. Para ele, a existência e a gravidade de eventuais crimes devem ser definidas pelos órgãos responsáveis pelas apurações.

Edinho disse que o partido já solicitou a investigação de indícios relacionados à possível participação estrangeira no processo eleitoral. Ele citou a hipótese de entrada de dinheiro de outros países na eleição e de atuação de empresas estrangeiras no Brasil, afirmando que as consequências jurídicas devem ser avaliadas pelo Ministério Público.

“Nós temos várias denúncias de suspeita de interferência internacional. Tem vários inquéritos abertos”, afirmou. O presidente do PT acrescentou que cabe ao Ministério Público determinar a gravidade dos fatos.

A declaração foi dada nesta sexta-feira (2), durante uma coletiva com jornalistas em São Paulo. Na ocasião, Edinho também criticou a suspensão dos serviços consulares da Embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no Brasil. A interrupção ocorreu às vésperas da votação, e o governo estadunidense alegou preocupações de segurança, sem detalhar a ameaça. Para o dirigente petista, a medida seria um instrumento de Donald Trump na disputa pela opinião pública brasileira.

Críticas a Trump e alertas de órgãos públicos

Edinho classificou o presidente dos Estados Unidos como o “maior líder fascista do século 21”. Para justificar a avaliação, mencionou a política migratória do governo estadunidense, a perseguição a imigrantes e uma postura que definiu como expansionista. Também acusou Trump de interferir em processos eleitorais fora dos Estados Unidos, incluindo eleições na Europa e as últimas eleições da América Latina.

A preocupação com possível interferência estrangeira também foi levada a autoridades de outros países. Em setembro, representantes da Agência Brasileira de Inteligência relataram a autoridades francesas e alemãs alegações de interferência dos Estados Unidos e da Rússia no processo eleitoral brasileiro.

Ao defender a investigação, Edinho afirmou que o Brasil é soberano e que cabe ao povo definir os destinos do país. Também disse que o Brasil é a maior democracia direta do mundo e questionou se o país permaneceria passivo diante das suspeitas.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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