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Fonteles propõe usar energia renovável para industrializar o Piauí

Governador citou siderurgia, data centers e hidrogênio verde e rebateu acusação sobre cobrança de imposto na energia solar excedente.

Fonteles propõe usar energia renovável para industrializar o Piauí

Rafael Fonteles (PT) defendeu, durante debate realizado nesta terça-feira (29), que a produção de energia solar e eólica seja usada para ampliar a industrialização do Piauí e criar empregos qualificados. O governador afirmou que o estado deve agregar valor à energia produzida localmente, em vez de permanecer apenas como fornecedor desse recurso.

Entre os setores mencionados por Fonteles estão a siderurgia, os data centers e a produção de hidrogênio verde. Ele disse que o Piauí é o terceiro maior produtor de energia solar e eólica do Brasil e apresentou essa disponibilidade como uma vantagem para atrair empreendimentos industriais.

Debate sobre a energia solar

A discussão também envolveu a cobrança de imposto sobre a energia solar excedente. Lúcia Santos (PSDB) acusou o governo estadual de aplicar a cobrança e afirmou que Fonteles recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra uma decisão judicial que restringia a medida.

O governador classificou a acusação como fake news e citou a Lei 14.300, de 2022, sancionada pelo então presidente Jair Bolsonaro, além do Convênio 16/2015 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Para Fonteles, essas normas demonstram que as regras questionadas não foram criadas pelo governo estadual.

Lúcia manteve a acusação e afirmou que Fonteles havia recorrido ao STF em janeiro para permitir a cobrança sobre a energia excedente. “Fake news é o que o governador destila”, disse a candidata.

A candidata também questionou os projetos de hidrogênio verde defendidos pelo governo, argumentando que os investimentos ainda não saíram do papel. Fonteles respondeu que empreendimentos industriais desse porte têm prazo mais longo de implantação e mencionou projetos na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba.

“Não apenas ser um produtor da energia limpa, mas industrializar o estado a partir dessa vantagem competitiva”, afirmou Fonteles ao resumir a estratégia apresentada no debate.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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