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Nico Gonçalves relembra sequestro de Olivetto e prisão de Cupertino

Secretário da Segurança Pública de São Paulo relata investigações que marcaram sua carreira policial, incluindo casos de sequestro, homicídio e racismo.

Nico Gonçalves relembra sequestro de Olivetto e prisão de Cupertino

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves relembrou investigações que marcaram sua carreira no episódio desta semana do True Crime. Entre os casos estão o sequestro do publicitário Washington Olivetto, a prisão de Paulo Cupertino e a detenção de um jogador de futebol acusado de racismo dentro de um estádio.

Nico, atual secretário da Segurança Pública de São Paulo, participou diretamente da libertação de Olivetto, levado à força em 2001 durante uma falsa blitz da Polícia Federal, quando saía da agência W/Brasil, em São Paulo. O publicitário permaneceu 53 dias em um quarto pequeno no Brooklin, sem ver a luz do sol.

A ação envolveu uma quadrilha internacional. Um dos principais negociadores era o chileno Maurício Norambuena, que, após ser preso com o grupo, dizia não saber onde Olivetto estava. Nico afirmou que acreditou nessa versão até que um telefonema alterou o curso da investigação: “Com um telefonema, conseguimos encerrar o sequestro e ter um final feliz.”

Outros casos lembrados

Com mais de três décadas de carreira policial, o delegado também contou detalhes da localização de Paulo Cupertino, acusado de matar a tiros o ator Rafael Miguel e os pais dele, em 2019. Cupertino ficou quase três anos foragido antes de ser preso em São Paulo, em 2022. As tentativas de encontrá-lo chegaram perto de dar resultado três vezes, segundo Nico.

Outro episódio ocorreu em 2005, quando o delegado prendeu, dentro do estádio, o jogador argentino Leandro Desábato, do Quilmes. Ele era acusado de ofender racialmente o atacante Grafite, do São Paulo. O caso foi apresentado como a primeira prisão de um jogador de futebol em campo por racismo no Brasil.

Ao recordar a trajetória, Nico resumiu sua relação com o trabalho policial: “Não sirvo para outra coisa. Sentir o cheiro de pólvora, minha vida é isso aí.”

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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