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Doze vereadores do Rio Grande do Sul assumirão mandatos no Legislativo estadual e federal

As mudanças atingirão câmaras municipais de seis cidades, com definição das vagas conforme a ordem de suplência das eleições de 2024.

Doze vereadores do Rio Grande do Sul assumirão mandatos no Legislativo estadual e federal

Doze vereadores de seis municípios do Rio Grande do Sul foram eleitos deputados no domingo (4), provocando mudanças nas câmaras municipais de Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo, Caxias do Sul, Pelotas e Erechim. Dez ocuparão vagas na Assembleia Legislativa, e dois irão para a Câmara Federal.

A substituição considera a ordem de suplência das eleições municipais de 2024. Em alguns casos, os próximos nomes da lista exercem funções no Executivo municipal. Nesses casos, a ocupação da cadeira dependerá da decisão de assumir o mandato.

Em Porto Alegre, seis vereadores foram eleitos. Natasha Ferreira (PT) e Karen Santos (Psol) ocuparão vagas na Assembleia Legislativa. Jane Pilar, primeira suplente do PT, deverá substituir Ferreira, enquanto Paulo Brack, primeiro suplente do Psol, deverá assumir a cadeira de Santos.

Também foram eleitos deputados estaduais Comandante Nádia (PL), Ramiro Rosário (Novo) e Moisés Barboza (PSDB). Jessé Sangalli (PL) conquistou uma vaga na Câmara Federal. Para as duas cadeiras do PL, os primeiros suplentes são Alexandre Bobadra e Fabiano Rheinheimer. Júlia Zardo é a primeira suplente do Novo, e Matheus Xavier ocupa essa posição na federação PSDB-Cidadania.

Em Santa Cruz do Sul, Nicole Weber Covatti (PP) e Bruna Molz (Podemos) foram eleitas deputadas estaduais. A suplência considera os partidos pelos quais elas conquistaram os mandatos municipais em 2024: Podemos e Republicanos, respectivamente. Molz anunciou na segunda-feira (5) que retornará à Secretaria Municipal de Bem-Estar Animal. Com isso, Jeferson Redondo (Republicanos), primeiro suplente, deverá voltar à Câmara.

Daiton Mergen, atual secretário municipal de Esportes e Lazer, é o primeiro suplente para a cadeira de Covatti. Se permanecer no Executivo, a vaga poderá ser ocupada por Matheus Smidt.

Em Caxias do Sul, Daiane Mello (PL) foi eleita deputada estadual, e Rafael Bado é o primeiro suplente. Em Pelotas, Júnior Fox (PL) abriu espaço para Anselmo Rodrigues, ex-prefeito e primeiro suplente da legenda.

Erechim elegeu Rony Gabriel (Podemos) deputado federal. Como ele conquistou o mandato municipal pelo PL em 2024, a primeira suplência ficou com Flávio de Barcellos, conhecido como Flavinho Barcelos. A posse definitiva depende de convocação pela Câmara em 2027.

Em Passo Fundo, Gio Krug (PSD) foi eleito deputado estadual. Gilberto Bellaver e Douglas Pereto, os dois primeiros suplentes do partido, já exercem mandatos por causa do afastamento de titulares. Tadeu Trindade, secretário municipal de Segurança Pública e Transportes, é o próximo da lista. A troca dependerá da disponibilidade dos suplentes e da situação dos vereadores licenciados.

Os dez vereadores eleitos para a Assembleia representam 18,2% das 55 cadeiras do Legislativo estadual. Na bancada gaúcha da Câmara Federal, os dois vereadores eleitos correspondem a 6,5% das 31 vagas.

O número de candidatos no Rio Grande do Sul que declararam ocupação de vereador caiu de 104, em 2022, para 89, em 2026. Entre eles, os candidatos à Assembleia passaram de 76 para 53, enquanto os que disputaram uma vaga na Câmara Federal aumentaram de 22 para 32. Os números consideram a ocupação declarada ao TSE, que pode ser diferente do mandato exercido.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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