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PL conquista oito cadeiras e lidera bancada do Rio Grande do Sul na Câmara

Partido amplia de quatro para oito deputados eleitos, enquanto 21 dos 31 parlamentares conseguem a reeleição para o mandato iniciado em 2027.

PL conquista oito cadeiras e lidera bancada do Rio Grande do Sul na Câmara

O PL será a maior força do Rio Grande do Sul na Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2027. Com 100% das urnas apuradas, o partido elegeu oito dos 31 representantes do estado. O PT ficou com cinco cadeiras, e o PP, com quatro. Ao todo, 12 partidos conquistaram vagas.

O comparecimento registrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi de 78,64% do eleitorado. Os votos válidos corresponderam a 91,21% do total. A votação para deputado federal ocorreu no mesmo dia da escolha para governador, senador e deputado estadual.

Os mais votados

Maurício Marcon, do PL, liderou a disputa, com 379.834 votos. Ele foi o único candidato a superar 300 mil votos. Nascido em 24 de janeiro de 1987, Marcon foi vereador de Caxias do Sul entre 2021 e 2022 e ocupa uma cadeira na Câmara desde 1º de fevereiro de 2023. Está filiado ao PL desde 2025.

Fernanda Melchionna, do Psol, terminou em segundo lugar, com 280.262 votos, e foi a mulher mais votada. Nascida em Alegrete em 1984, ela é formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi vereadora de Porto Alegre de 2009 a 2019 e exerce mandato de deputada federal desde 2019.

Giovani Cherini, presidente estadual do PL, recebeu 234.171 votos e ficou em terceiro. Rony Gabriel, do Podemos, teve 223.643, enquanto Alceu Moreira, do MDB, alcançou 217.208. Maria do Rosário, do PT, foi a sexta colocada, com 173.788 votos.

Composição partidária

Além de Marcon e Cherini, o PL elegeu Osmar Terra, Marcelo Moraes, Jessé Sangalli, Diogo Siqueira, Bibo Nunes e Perondi. O resultado representa o dobro das quatro cadeiras obtidas pelo partido em 2022.

A bancada petista será formada por Maria do Rosário, Bohn Gass, Denise Pessôa, Dionilso Marcon e Valdeci Oliveira. Marcon está entre os candidatos eleitos ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

A federação composta por PT, PCdoB e PV perdeu uma cadeira em comparação com a bancada atual. O Psol elegeu Fernanda Melchionna, enquanto o PCdoB terá Daiana Santos. O PP levou Afonso Hamm, Any Ortiz, Pedro Westphalen e Covatti Filho. Pelo MDB, foram eleitos Alceu Moreira, Juvir Costella e Vilmar Zanchin, presidente estadual da sigla.

Podemos, PSD e Republicanos ficaram com duas cadeiras cada. Rony Gabriel e Sérgio Zambiasi representarão o Podemos; Danrlei e Lucas Redecker, o PSD; e Gustavo Victorino e Carlos Gomes, o Republicanos. Felipe Camozzato, Pompeo de Mattos e Busato foram eleitos por Novo, PDT e União Brasil, respectivamente. PSDB e Cidadania não conquistaram vagas.

PL, PP, Podemos, Republicanos, Novo e União Brasil somaram 18 dos 31 deputados eleitos. PT, Psol, PCdoB e PDT ficaram com oito cadeiras, enquanto MDB e PSD elegeram cinco.

Renovação e presença feminina

Dos 31 eleitos, 21 foram reeleitos e 10 ocuparão a Câmara pela primeira vez. Em 2022, sete parlamentares novatos haviam sido eleitos.

Cinco mulheres estarão na bancada: Fernanda Melchionna, Maria do Rosário, Any Ortiz, Daiana Santos e Denise Pessôa. Elas representam cerca de 16% do total, e quatro pertencem a partidos do campo progressista. O TSE informa que as mulheres correspondem a 53% do eleitorado do estado.

Os eleitos tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandatos de quatro anos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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