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Investigação apura morte de Larissa Morata após disparo em casa

Perícia identificou 14 equimoses e trajetória do tiro que, para investigadores, pode não ser compatível com suicídio.

Investigação apura morte de Larissa Morata após disparo em casa

A morte de Larissa Morata é investigada como possível homicídio, suicídio ou resultado de uma dinâmica ainda não esclarecida. Ela foi encontrada no banheiro da casa onde vivia com o marido, o soldado Vinícius Costa Silva, em 6 de setembro. O policial está preso temporariamente e ainda não foi condenado.

A perícia registrou que o disparo atingiu o lado esquerdo da cabeça e atravessou o corpo de trás para a frente e da esquerda para a direita. Essa trajetória é um dos elementos considerados pelos investigadores para questionar a hipótese de suicídio, especialmente porque Larissa era destra. A conclusão ainda depende da comparação com outros vestígios e exames.

Vestígios encontrados no imóvel

Um laudo médico-legal apontou 14 hematomas nas mãos, nos pés e nas pernas da vítima. O exame também registrou cabelos soltos presos à calça de Larissa. A perícia não determinou quando as lesões surgiram nem se foram provocadas por agressões ou por uma queda.

Para a polícia, os sinais podem indicar uma luta antes do disparo, mas essa possibilidade ainda precisa ser confrontada com os demais resultados da investigação. Cães farejadores foram levados à residência para procurar vestígios de sangue em diferentes cômodos. O banheiro estava limpo, e um galão de água sanitária foi localizado dentro do box.

Em depoimento, Vinícius Costa Silva afirmou que chegou em casa por volta das 6h e conversou com Larissa sobre o fim do relacionamento. Segundo sua versão, depois da discussão ele foi dormir e acordou ao ouvir o tiro. O policial disse que encontrou a mulher ferida no banheiro e chamou o socorro. A arma, de propriedade particular dele, ficava em uma cômoda no quarto do casal, conforme o depoimento.

A polícia ainda deve analisar a trajetória do disparo, os exames residuográficos e toxicológicos, os depoimentos e as mensagens trocadas por Larissa antes da morte. A responsabilidade criminal só poderá ser definida após o encerramento das investigações e o devido processo legal. Peritos classificaram o local como “estranho” e “pouco compatível” com as versões apresentadas até o momento.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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