Ed Motta escolheu cinco filmes que ajudam a explicar sua relação com o cinema. O cantor e compositor carioca também é colecionador e leitor sobre o tema, com preferência por produções em preto e branco realizadas entre os anos 30 e os anos 50.
A seleção foi apresentada durante a divulgação de Toc-Toc, disco lançado pelo músico em 2026. Ao falar sobre suas referências culturais, Motta afirmou: “O meu interesse por cinema é genuíno para caramba, principalmente o cinema preto e branco dos anos 30 aos anos 50”.
Entre os títulos está Playtime (1967), de Jacques Tati. A trama acompanha o Sr. Hulot em uma tentativa de encontrar um oficial americano em Paris, enquanto ele se confunde com o conjunto de construções modernas da cidade.
Os filmes escolhidos
Também aparece na lista Double Indemnity (1944), dirigido por Billy Wilder. O filme noir acompanha um vendedor de seguros, interpretado por Fred MacMurray, que se une a uma mulher, vivida por Barbara Stanwyck, em um plano para matar o marido dela e receber o seguro de vida.
Em Criss Cross (1949), de Robert Siodmak, Burt Lancaster, Yvonne De Carlo e Dan Duryea integram o elenco. A história segue Steve Thompson, que procura sua ex-esposa, Anna, em Los Angeles.
A seleção inclui ainda Victim (1961), de Basil Dearden. O longa acompanha Jack “Boy” Barret, um jovem alvo de chantagem por causa de sua sexualidade e de seu relacionamento com um advogado famoso. A produção foi uma das primeiras a abordar abertamente a homossexualidade.
Por fim, Patterns (1956), dirigido por Fielder Cook, retrata um engenheiro industrial contratado para uma posição de destaque em uma grande empresa de Nova York. No novo cargo, ele enfrenta disputas de poder e pressões profissionais. A produção é estrelada por Van Heflin e Everett Sloane.


