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Economia

Caixa leva greve dos bancários ao TST após 13 dias de paralisação

Banco pediu dissídio coletivo depois de não conseguir acordo com os trabalhadores; julgamento ainda não tem data marcada.

Caixa leva greve dos bancários ao TST após 13 dias de paralisação

A Caixa Econômica Federal pediu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a abertura de um dissídio coletivo nesta quinta-feira, após a greve nacional dos trabalhadores chegar ao 13º dia sem acordo. O processo será relatado pelo ministro Maurício Godinho Delgado, mas ainda não há data definida para o julgamento.

Na quarta-feira (23), a Caixa obteve autorização judicial para abrir as agências e permitir que gerentes atendessem os clientes. Em comunicado, o banco afirmou que manteve diálogo com as entidades representativas dos trabalhadores e que tentou melhorar a proposta apresentada, sem sucesso. Entre as medidas citadas está o pagamento de bônus de R$ 3 mil por empregado.

A paralisação foi mantida pelas assembleias mesmo após a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à CUT, defender o encerramento da greve. De acordo com integrantes do movimento sindical, um dos principais pontos de impasse é o reajuste do plano de saúde, especialmente para funcionários em cargos de gerência.

Reajuste e participação nos lucros

O reajuste salarial foi negociado pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) com trabalhadores de todos os bancos. A convenção coletiva estabeleceu aumento baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com ganho real de 0,6%, totalizando 4,60%. Os benefícios também terão correção pelo mesmo índice.

Funcionários do BB também entraram em greve, mas a paralisação foi pontual e já terminou, seguindo a orientação do comando de greve. Entre os avanços mencionados está a antecipação do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Para a Caixa, porém, a proposta mantém inalteradas as regras da PLR.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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