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Economia

Concessões minerárias do Grupo João Santos entram em leilão judicial

Ativos com reservas de 165,2 milhões de toneladas serão disputados em três etapas, com possibilidade de pagamento em até 12 parcelas.

Concessões minerárias do Grupo João Santos entram em leilão judicial

Concessões minerárias do Grupo João Santos foram colocadas à venda como parte do processo de reestruturação do conglomerado e da negociação de débitos com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Os ativos incluem reservas de gipsita, calcário, traquito e granito em municípios pernambucanos como Ipubi, Itaquetinga, Ipojuca e Jaboatão dos Guararapes.

As propostas são recebidas exclusivamente pelo site do leiloeiro oficial Renato Gracie. O certame ocorre de forma eletrônica e foi organizado em três etapas, com condições diferentes para os lances.

A 1ª Praça termina em 30 de setembro e exige ofertas a partir do valor total de avaliação de cada bem. Se não houver arremate, a 2ª Praça seguirá até 2 de outubro, com lance mínimo correspondente a 50% do valor avaliado. A 3ª Praça, destinada aos lotes que permanecerem disponíveis, será encerrada em 6 de outubro e aceitará propostas a partir de 10% da estimativa inicial.

Essa última fase está prevista na Lei de Falências e Recuperação Judicial, a Lei nº 11.101/2005. O regulamento também permite parcelar o valor da arrematação em até 12 vezes, com correção pela Tabela Encoge.

Reservas e avaliações

Laudos técnicos anexados ao processo apontam que os ativos reúnem cerca de 165,2 milhões de toneladas de reservas lavráveis. Na situação regulatória perante a Agência Nacional de Mineração (ANM), quatro áreas têm Portaria de Lavra concedida e seis possuem Relatório Final de Pesquisa aprovado.

Os valores variam conforme o minério e a localização. Um lote de granito em Itaquetinga foi avaliado em R$ 126,4 mil, enquanto outra área de granito, em Jaboatão dos Guararapes, recebeu avaliação de R$ 6,4 milhões.

A arrecadação será usada para amortizar a dívida fiscal da empresa e cumprir o plano de credores.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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