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Economia

Petrobras encontra novo reservatório de óleo na Bacia da Foz do Amazonas

Magda Chambriard afirmou que o petróleo é de boa qualidade; estatal ainda perfura o poço Morpho, no Amapá.

Petrobras encontra novo reservatório de óleo na Bacia da Foz do Amazonas

A Petrobras identificou um novo reservatório de petróleo no poço Morpho, em águas ultraprofundas da Bacia da Foz do Amazonas. A presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que o óleo encontrado é de boa qualidade e que os trabalhos de perfuração continuam.

A descoberta ocorreu na quinta-feira e foi comunicada pela empresa na manhã desta sexta-feira. O poço está no bloco FZA-M-59, no estado do Amapá. A primeira descoberta de óleo na estrutura havia sido anunciada em 14 de agosto.

Durante uma coletiva na sede da Petrobras, no Rio, Magda explicou que um mesmo poço pode alcançar diferentes camadas produtoras. Segundo ela, essas camadas podem conter petróleo com características distintas. A executiva afirmou que a estatal espera concluir o poço até o final de outubro e, depois, enviar a sonda para o litoral do Rio Grande do Norte.

A presidente também disse que o anúncio não teve motivação política. A comunicação, segundo Magda, ocorreu quando a broca alcançou o reservatório, em cumprimento à obrigação de informar a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O poço tem profundidade total de 7.081 metros, incluindo 2.886 metros de lâmina d’água. A Petrobras informou que a nova descoberta ajudará a ampliar o conhecimento sobre o potencial exploratório da área e a avaliar as reservas da bacia.

Próximas perfurações

A Bacia da Foz do Amazonas é uma das cinco que formam a Margem Equatorial, faixa que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte. Depois de obter o aval do Ibama, a Petrobras pretende perfurar mais três poços para delimitar o tamanho da reserva.

Os chamados poços adjacentes devem começar a ser perfurados em janeiro de 2027, com a chegada da plataforma NS-43, que atualmente está no campo de Búzios. A estatal prevê manter em confidencialidade, por dois anos, informações específicas do poço, como as características das rochas, o grau API do óleo e a profundidade dos reservatórios.

Magda disse que ainda não é possível afirmar se haverá outro reservatório. Ela também declarou que a confirmação das expectativas depende da perfuração dos poços de delimitação. Para a executiva, o Amapá pode integrar uma nova fronteira exploratória caso os resultados esperados sejam confirmados.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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