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Xi defende parceria com os EUA antes de encontro com Trump

Presidente chinês afirmou que Pequim e Washington devem buscar uma relação estável; inteligência artificial e Taiwan estarão na pauta.

Xi defende parceria com os EUA antes de encontro com Trump
Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente da China, Xi Jinping, afirmou que espera uma relação mais estável com os Estados Unidos antes de se reunir com Donald Trump. Ele disse que Pequim e Washington deveriam ser “parceiros, não rivais” e que a lógica histórica da coexistência pacífica entre os dois países continua válida.

A declaração foi divulgada na quarta-feira (23) pela agência estatal chinesa Xinhua. O encontro bilateral está previsto para esta quinta-feira (24), em Washington. Na véspera, Trump recebeu Xi na Joint Base Andrews, base aérea militar localizada em Maryland, a cerca de 16 quilômetros da capital americana.

Os dois líderes conversaram por alguns minutos e participaram de uma cerimônia de recepção com salvas de canhões e apresentação de uma banda militar. Xi estava acompanhado da mulher, assim como Trump. A visita é a primeira do presidente chinês aos Estados Unidos desde novembro de 2023, quando Joe Biden ocupava a Presidência americana.

Inteligência artificial e Taiwan

Trump afirmou que a inteligência artificial deve estar entre os principais assuntos da reunião. Em uma publicação na rede social Truth Social, ele disse: “A Superinteligência (SI) será um grande tema de discussão”. O presidente americano também declarou que não pretende impor regulações ao setor, posição reforçada em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (22).

Estados Unidos e China disputam espaço no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial. Especialistas da área têm pedido que o ritmo de avanço da tecnologia seja reduzido.

Taiwan também deve ser discutido. A ilha, situada no Oceano Pacífico, é reivindicada por Pequim como parte do território chinês, enquanto tenta preservar sua independência. Antes da reunião, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Jiang Bin, pediu que os Estados Unidos ajam com “extrema cautela” em qualquer venda de armas a Taiwan.

Jiang Bin classificou a questão de Taiwan como a mais importante nas relações entre os dois países e afirmou que a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan são o principal interesse comum. Ele também defendeu que os vínculos militares entre Washington e Pequim sejam mantidos de maneira estável, sólida e sustentável.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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