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Política

Augusto Cury critica atuação do STF e defende semipresidencialismo

Candidato do Avante afirmou que a democracia brasileira está “asfixiada” antes de votar em Colina, no interior de São Paulo.

Augusto Cury critica atuação do STF e defende semipresidencialismo
Foto: Distribuição/SBT

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) afirmou neste domingo (4) que a democracia brasileira está “asfixiada” e criticou o protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração ocorreu antes de ele votar na Escola Coronel José Venâncio Dias, em Colina, no interior de São Paulo.

Para Cury, o Supremo passou a exercer um papel maior do que deveria. “Aqui no Brasil nós estamos vendo a democracia brasileira asfixiada porque o STF tem tido um protagonismo que nunca deveria ter tido”, disse.

O candidato comparou a Corte ao alicerce de um edifício e defendeu uma atuação mais discreta, restrita a situações graves. Na avaliação dele, o STF deveria cumprir o papel de guardião da Constituição sem ocupar posição central no debate político. Cury afirmou que esse protagonismo indicaria que a democracia do país está “doente, dramaticamente doente”.

Defesa do semipresidencialismo

Cury também voltou a defender a substituição do presidencialismo pelo semipresidencialismo. Segundo a proposta, o presidente da República continuaria responsável por áreas estratégicas, como as Forças Armadas e a política externa, enquanto um primeiro-ministro cuidaria da gestão do governo.

O candidato argumentou que esse modelo permitiria substituir um primeiro-ministro ineficiente, corrupto ou impopular sem provocar uma crise institucional. “O presidencialismo é um problema gravíssimo”, afirmou.

A divisão de atribuições entre um presidente eleito pelo voto popular e um primeiro-ministro escolhido pelo Congresso Nacional já havia sido apresentada por Cury durante uma sabatina em agosto.

Antes da votação, o candidato também criticou os adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Ele afirmou ter enfrentado uma “indústria de haters” durante a campanha, disse não conhecer o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e negou ter tido contato com ele.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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