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Política

Flávio Bolsonaro promete usar maioria no Congresso para alterar Constituição

Senador também defendeu redução da maioridade penal, castração química e penas de até 80 anos para organizações criminosas.

Flávio Bolsonaro promete usar maioria no Congresso para alterar Constituição
Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (6) que pretende usar uma eventual maioria no Congresso Nacional para alterar a Constituição Federal e “redemocratizar” o Brasil, caso seja eleito.

A declaração foi feita após Ronaldo Caiado anunciar apoio à candidatura. Flávio disse que, com uma bancada majoritariamente de direita, poderá eleger presidentes do Senado e da Câmara alinhados às suas propostas, facilitando a tramitação de projetos de sua autoria.

“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele é hoje”, afirmou o candidato. Na sequência, ele associou a formação dessa maioria à possibilidade de mudar a Constituição e, segundo suas palavras, democratizar o país.

Propostas defendidas

Flávio voltou a defender a redução da maioridade penal e a castração química para agressores de mulheres. Também afirmou que pretende classificar organizações criminosas como terroristas, com penas que podem chegar a 80 anos de prisão.

O senador indicou ainda a possibilidade de nomear Caiado como ministro e declarou que formará o “melhor time de ministro da história do país”. Ao justificar sua candidatura, disse que o Brasil vive uma “barbárie” e que ele seria o responsável por impedir que o país se transforme em “uma Venezuela” ou se entregue a organizações terroristas como Hamas e Hezbollah.

Flávio também voltou a acusar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de manter alianças com ditadores, citando Daniel Ortega, da Nicarágua. Sem apresentar detalhes adicionais, afirmou que o presidente persegue padres, prende pastores, mata mulheres e não respeita os direitos humanos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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