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Política

Eleições 2026: guia para votar, justificar ausência e evitar erros

Primeiro turno ocorre neste domingo (4), das 8h às 17h no horário de Brasília, com cinco cargos em disputa.

Eleições 2026: guia para votar, justificar ausência e evitar erros

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado neste domingo (4), em todo o país. As seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, no horário de Brasília. Nesse período, os eleitores escolherão deputados federais, deputados estaduais ou distritais, senadores, governadores e o presidente da República.

O voto é obrigatório para cidadãos alfabetizados entre 18 e 70 anos. A participação é facultativa para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos. Esses grupos reúnem 22 milhões de eleitores, equivalentes a 14% do eleitorado. Ao todo, mais de 158 milhões de pessoas podem votar.

Documentos e local de votação

Para votar, é necessário apresentar um documento oficial com foto, mesmo que esteja vencido. São aceitos a Carteira de Identidade ou Carteira Nacional de Identidade, a Carteira Nacional de Habilitação, o Certificado de Reservista, a carteira de trabalho física e a carteira de identificação funcional emitida por órgão de classe.

Certidões de nascimento e de casamento, além da carteira de trabalho digital, não são aceitas. Também não é obrigatório levar o título de eleitor físico, mas a situação eleitoral precisa estar regular.

O local de votação pode ser consultado no Autoatendimento Eleitoral, pela opção “8. Onde votar”, com nome, número do título ou CPF. A consulta também está disponível no aplicativo e-Título, que oferece recurso de geolocalização para orientar o eleitor até a seção. Como zonas e seções podem mudar antes da eleição, a Justiça Eleitoral recomenda conferir o endereço antecipadamente.

A biometria é incentivada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não é obrigatória. Cerca de 11% do eleitorado brasileiro ainda não tem o registro cadastrado. Quem possui biometria terá a digital conferida na mesa receptora, com até quatro tentativas de leitura. Se o reconhecimento falhar, o mesário fará a identificação manual. Para quem não tem biometria, a urna solicita ao mesário o ano de nascimento para liberar a votação.

Regras na cabine e ordem dos votos

O celular pode ser levado ao local de votação, mas deve ser desligado e entregue aos mesários junto com o documento. O aparelho é devolvido depois do voto. A recusa em entregá-lo impede o eleitor de votar naquele momento, gera registro em ata e pode levar ao acionamento da polícia.

Na cabine, também são proibidos câmera fotográfica, filmadora, tablet, equipamento de radiocomunicação e qualquer aparelho capaz de registrar ou transmitir o voto.

A votação segue esta ordem: deputado federal, com quatro dígitos; deputado estadual ou distrital, com cinco dígitos; senador, com três dígitos; governador, com dois dígitos; e presidente da República, também com dois dígitos. Neste ano, cada eleitor votará em dois senadores por estado.

O TSE recomenda levar uma colinha em papel com os números dos candidatos. A Justiça Eleitoral também oferece um Simulador Virtual de Votação, com partidos e candidatos fictícios, para treinar o uso da urna. A ferramenta inclui recursos de acessibilidade, como instruções em Libras, suporte para Sistema Braille e áudio para deficientes visuais.

Votos brancos, nulos e justificativa

Votos brancos e nulos não entram na contagem dos votos válidos, não beneficiam candidatos e não anulam a eleição. O voto branco é registrado quando o eleitor pressiona a tecla correspondente e confirma. O voto nulo ocorre quando é digitado um número que não pertence a candidato ou partido, como 00, seguido da confirmação.

Haverá segundo turno para presidente e governador quando nenhum candidato obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. O texto informa que o segundo turno das eleições 2025 está marcado para domingo, 25 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília.

Quem estiver fora do município onde vota poderá justificar a ausência no domingo (4) pelo e-Título, usando a localização do celular. Também será possível preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral e entregá-lo assinado em qualquer local de votação, das 8h às 17h, com documento oficial com foto.

Depois da eleição, a justificativa poderá ser feita pelo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral, com comprovantes como atestado médico, passagem ou comprovante de trabalho. Quem não votar nem justificar fica em débito com a Justiça Eleitoral e paga multa definida para cada turno.

Enquanto houver pendência, o eleitor não pode tirar ou renovar passaporte, obter empréstimo em banco público, tomar posse em cargo público nem renovar matrícula em instituição de ensino oficial. A falta de voto, justificativa e pagamento da multa em três eleições seguidas cancela o título; cada turno é considerado uma eleição.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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