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Blanche rejeita nova investigação sobre Jerome Powell após relatório do OIG

Procurador-geral dos EUA diz que apuração criminal contra ex-presidente do Fed não será reaberta, embora análise sobre a obra possa continuar.

Blanche rejeita nova investigação sobre Jerome Powell após relatório do OIG

O procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, afirmou que não haverá uma nova investigação criminal contra Jerome Powell, ex-presidente do Federal Reserve (Fed), por causa dos custos da reforma da sede do banco central. A decisão veio depois de o Escritório do Inspetor-Geral (OIG) concluir que houve má gestão no projeto, mas não identificar crimes.

“Não vamos reabrir uma investigação criminal contra ele”, disse Blanche na sexta-feira (2), ao mencionar Powell. O procurador-geral, porém, não excluiu a possibilidade de manter a análise sobre a forma como o projeto foi supervisionado. Ele também declarou satisfação com o relatório do OIG, embora tenha afirmado que Powell não acompanhou adequadamente a obra.

Pressão de Trump

No início desta semana, o presidente Donald Trump pediu que Powell deixasse o Conselho de Governadores do Fed após a divulgação das conclusões do órgão de controle. Na quarta-feira, Trump determinou que Blanche examinasse o relatório para definir os próximos passos.

A investigação criminal havia sido aberta pelo Departamento de Justiça e depois encerrada, permitindo o avanço da confirmação pelo Senado de Kevin Warsh, escolhido pela Casa Branca para comandar o Fed. Quando a apuração foi anunciada, em janeiro, Powell disse que ela tinha como objetivo pressionar o banco central a fixar as taxas de juros de acordo com as preferências de Trump.

Trump passou a exigir que o Fed reduzisse os juros para estimular a atividade econômica e criticou repetidamente Powell durante sua gestão. O presidente também continua tentando retirar Lisa Cook do Conselho de Governadores.

Powell não deixou o Conselho de Governadores quando seu mandato na presidência terminou, em maio. Ele afirmou que permaneceria até a conclusão da apuração sobre os custos adicionais, de forma definitiva e transparente.

O relatório do OIG registrou que o custo da reforma da sede do Fed em Washington subiu de 1,3 bilhão de dólares em fevereiro de 2020 para 2,4 bilhões em dezembro de 2024.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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