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Lula critica Flávio Bolsonaro e pede apoio a aliados no Senado no Rio

Em ato em São Gonçalo, presidente também citou repasses federais e associou o governo Bolsonaro a Daniel Vorcaro e à fraude no INSS.

Lula critica Flávio Bolsonaro e pede apoio a aliados no Senado no Rio
Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (24) o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pediu apoio aos candidatos de sua chapa ao Senado durante um ato em São Gonçalo, na Grande Rio de Janeiro. A cidade é governada por Capitão Nelson (PL), pai do deputado estadual Douglas Ruas (PL), candidato ao governo do Rio.

Durante o discurso, Lula retomou uma declaração feita na terça-feira (22), na Assembleia Geral da ONU, quando afirmou que o Brasil não seria vassalo dos Estados Unidos ou de qualquer outra potência global. No evento, associou essa ideia a uma crítica a Flávio Bolsonaro: “o Palácio do Planalto não cabe a representação de miliciano lá dentro”.

São Gonçalo é majoritariamente controlada pelo Comando Vermelho, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado. Apesar das divergências políticas com Capitão Nelson, Lula afirmou que o governo federal repassou ao menos R$ 432 milhões para obras na cidade durante seu mandato.

Pedido de votos para o Senado

Lula pediu votos para Pedro Paulo (PSD) e Benedita da Silva (PT), candidatos ao Senado de sua chapa. Ao mencionar a divisão de votos da esquerda em 2022, que favoreceu a eleição de Rogério Marinho (PL) no Rio Grande do Norte, defendeu que o público escolhesse Pedro Paulo em vez de Mônica Benício, vereadora do Psol e apoiadora do presidente.

O presidente afirmou que a composição do Senado pode afetar a capacidade de o governo aprovar medidas e pediu que a direita não forme maioria na Casa. O apelo ocorre em meio ao crescimento das candidaturas de Carlos Jordy e Carlos Portinho, ambos do PL e favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o ato, Lula também atribuiu a seu governo a prisão de Daniel Vorcaro e relacionou a ascensão do ex-banqueiro ao governo Bolsonaro. Ele ainda associou esse contexto à fraude bilionária no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e afirmou que o processo de responsabilização ainda está no início. Em outro trecho, questionou quais autoridades participaram das festas promovidas por Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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