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Ato de Lula na Paulista termina após impasse sobre circulação de veículos

Caminhada foi autorizada pelo TRE-SP com exigência de vias desobstruídas e teve discussão entre organização e policiais militares.

Ato de Lula na Paulista termina após impasse sobre circulação de veículos

A caminhada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região da avenida Paulista e da rua Augusta terminou neste sábado (3) depois de um início marcado por uma discussão sobre a posição dos carros de som. A Polícia Militar determinou o deslocamento dos veículos para liberar a circulação, enquanto integrantes da organização questionaram a medida. O episódio ocorreu antes da chegada do candidato, foi acompanhado por apoiadores e terminou com a mudança dos carros e a continuidade do ato.

A mobilização encerrou a campanha de Lula para o primeiro turno das eleições. Em discurso aos militantes, o presidente associou sua permanência na política à existência de uma causa. “A minha causa é o povo brasileiro. A minha causa é a educação. A minha causa é a soberania brasileira”, afirmou.

Discurso e mobilização

Lula pediu aos presentes que não descansassem e procurassem convencer outros eleitores antes da votação. Também criticou o bolsonarismo e voltou a apresentar a eleição como uma oposição entre democracia e barbárie. Ao lembrar o fim dos ministérios do Trabalho e da Indústria e Comércio durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), o presidente retomou um dos temas de sua fala.

O candidato mencionou investigações envolvendo a Previdência Social e o sistema financeiro. Ao citar o banqueiro Daniel Vorcaro, disse que as apurações estariam revelando novos elementos e que seus adversários estariam preocupados com o avanço delas. Em outro momento, afirmou: “Não existe essa de Gavião ser de direita”, em referência à maior torcida do Corinthians.

Participaram do ato Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo pelo PT; Geraldo Alckmin, vice-presidente; Márcio França, candidato a vice-governador na chapa de Haddad; e as candidatas ao Senado Marina Silva e Simone Tebet. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, também esteve presente.

Autorização e falas de aliados

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) autorizou a caminhada na sexta-feira (2), após um impasse entre a campanha petista e a Prefeitura de São Paulo. A decisão condicionou o evento à manutenção das vias públicas desobstruídas e ao cumprimento das orientações da Polícia Militar e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A prefeitura havia questionado a realização do ato na véspera da eleição por causa da circulação nas vias.

Fernando Haddad afirmou que a manifestação era de paz, amor, respeito e solidariedade. Marina Silva agradeceu à militância e pediu a continuidade do empenho na campanha. Simone Tebet associou a mobilização à defesa da democracia e da soberania e pediu votos para Lula e Haddad.

Geraldo Alckmin destacou a participação popular, enquanto Márcio França elogiou a disposição de Lula e convocou os apoiadores para as últimas horas antes da votação. Janja dirigiu sua fala às mulheres e pediu que continuassem conversando com eleitores até domingo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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