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Política

TSE acompanha eleições de 2026 com missão internacional do Carter Center

Grupo com oito especialistas observará os dois turnos da votação a convite do tribunal e sob regras de independência e imparcialidade.

TSE acompanha eleições de 2026 com missão internacional do Carter Center
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe uma missão do Carter Center para acompanhar as Eleições Gerais de 2026. O instituto, sediado nos Estados Unidos, trabalha no fortalecimento de processos eleitorais e foi convidado pelo tribunal para observar a votação no Brasil.

O grupo reúne oito especialistas de países como Portugal, Alemanha e Estados Unidos. A coordenação está a cargo de Jennie Lincoln, conselheira sênior do Carter Center para a América Latina e o Caribe, que também chefia a missão.

“Dada a importância dessas eleições, não apenas para o Brasil, mas para o hemisfério”, afirmou Lincoln, a missão pretende contribuir para a transparência do processo e para que os brasileiros avaliem a integridade das eleições.

O convite partiu do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Conforme o tribunal, os especialistas acompanharão os dois turnos de maneira técnica, independente e imparcial. A atuação seguirá procedimentos previstos em um acordo firmado em setembro.

Investigação solicitada pela AGU

A chegada da missão ocorre enquanto a Advocacia-Geral da União (AGU) pede à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apuração de possível uso de recursos públicos dos Estados Unidos no financiamento de organizações e grupos que atuam no Brasil.

A AGU encaminhou à PGR uma notícia-crime para que sejam examinadas eventuais transferências de recursos do governo norte-americano a entidades em atividade no território brasileiro. O documento foi enviado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Interlocutores ligados à presidência do TSE dizem que missões internacionais fazem parte da rotina institucional. A organização dos trabalhos fica sob responsabilidade de uma diretoria especializada do tribunal. Essas pessoas também afirmam que os convites não devem ser relacionados a possíveis preocupações com questionamentos sobre o resultado da votação.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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