PORTO ALEGRE — Um manifesto que defende a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin apresenta uma agenda centrada em democracia, soberania nacional e justiça social. O documento será lançado presencialmente nesta quinta-feira (1º), às 19h, em Porto Alegre, com a participação de 241 representantes da sociedade civil gaúcha.
A apresentação ocorrerá na sede da Adufrgs/Sindical, na rua Barão do Amazonas, 1581, no bairro Jardim Botânico. A iniciativa continua aberta a novas adesões por meio da plataforma Avaaz. Os organizadores afirmam que o manifesto já ultrapassou 4 mil assinaturas.
Quem assina
O grupo reúne pessoas com trajetórias políticas e profissionais distintas. Entre os signatários estão ex-vice-governador, ex-secretários estaduais e municipais, ex-prefeitos, ex-diretores de órgãos públicos e ex-deputados estaduais e federais. Também participam artistas, jornalistas, escritores, cineastas, professores universitários, ex-reitores, desembargadores, juízes, promotores, procuradores, advogados, cientistas sociais, psicólogos, psicanalistas, engenheiros, arquitetos, médicos, empresários e lideranças religiosas, sindicais e de movimentos sociais.
O documento também reúne pessoas que já trabalharam em administrações do MDB, PDT, PSDB e PT, além de participantes sem vínculo partidário.
Propostas do documento
Entre as posições apresentadas estão a defesa da criação de empregos e renda e da ampliação de oportunidades para diferentes segmentos da população. O manifesto inclui ainda medidas de segurança pública, proteção de crianças, adolescentes e mulheres, criação de oportunidades para a população negra, reconhecimento das culturas indígenas e combate à discriminação.
Na área social, o texto menciona a promoção da pluralidade religiosa e do Estado laico. Também defende investimentos em educação, saúde, cultura, ciência e tecnologia, além da preservação ambiental, da liberdade de expressão e do respeito à Constituição e às instituições democráticas.
Os signatários afirmam que Lula e Alckmin, desde a eleição de 2022, trabalharam para recolocar o país no caminho indicado pelo manifesto. Para a eleição de 2026, o documento propõe mobilização da sociedade civil, a permanência da chapa e a escolha de senadores e deputados federais alinhados às propostas apresentadas. A organização diz que busca ampliar a participação social durante a campanha eleitoral.


