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Patrimônio de parlamentares do DF tem alta de até 62 mil% antes da eleição

Fred Linhares lidera a variação, enquanto Paula Belmonte apresenta o maior patrimônio declarado entre os parlamentares analisados.

Patrimônio de parlamentares do DF tem alta de até 62 mil% antes da eleição

Declarações entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram mudanças expressivas no patrimônio de parlamentares do Distrito Federal que disputam as eleições de 2026. Entre 32 deputados federais e distritais com mandato analisados, Fred Linhares (Republicanos) registrou a maior variação percentual: saiu de R$ 10 mil em bens, em 2022, para R$ 6,23 milhões neste ano, aumento superior a 62 mil%.

O levantamento considera candidatos que tentam permanecer no cargo ou concorrem a outra função eletiva. A declaração de Paula Belmonte (PSDB), que disputa o Governo do Distrito Federal (GDF), é a de maior valor absoluto entre os nomes avaliados. Ela informou R$ 10,84 milhões em bens em 2026, ante R$ 8,59 milhões em 2022, crescimento aproximado de R$ 2,25 milhões.

Maiores aumentos declarados

Joaquim Roriz Neto (PL) declarou R$ 1,92 milhão neste ano, contra R$ 180 mil na eleição anterior, diferença de aproximadamente R$ 1,75 milhão. Robério Negreiros (Podemos) passou de R$ 1,34 milhão para R$ 3,14 milhões, acréscimo aproximado de R$ 1,8 milhão.

Daniel Donizet (MDB), que trocou a disputa por uma vaga na Câmara Legislativa (CLDF) pela candidatura a deputado federal, informou R$ 1,77 milhão, ante R$ 818 mil. Hermeto (MDB) passou de R$ 1,28 milhão para R$ 2,18 milhões.

Também houve aumento nas declarações de Wellington Luiz (MDB), de R$ 5,12 milhões para R$ 6,49 milhões; Ricardo Vale (PT), de R$ 608,9 mil para R$ 1,17 milhão; e Reginaldo Veras (PV), de R$ 594,4 mil para R$ 912,9 mil.

Max Maciel (Psol) declarou R$ 296,1 mil, contra R$ 64,7 mil em 2022. Fábio Felix (Psol), candidato a deputado federal, passou de R$ 111,7 mil para R$ 204,9 mil. Pepa (PP) aumentou os bens de R$ 247,6 mil para R$ 537,9 mil, enquanto Jorge Vianna (Democrata) foi de R$ 880 mil para R$ 1,15 milhão.

João Cardoso (PL) declarou R$ 421,6 mil, ante R$ 178,7 mil. Thiago Manzoni (PL), também candidato a deputado federal, passou de R$ 378,4 mil para R$ 496,2 mil. Dayse Amarilio (PSB) informou R$ 735,4 mil, contra R$ 526,7 mil anteriormente.

Júlio César (Republicanos) não havia declarado bens em 2022 e registrou R$ 338,9 mil neste ano. Doutora Jane (Republicanos) também saiu de uma declaração sem bens para R$ 276 mil.

Reduções e estabilidade

Parte dos candidatos declarou patrimônio menor. Rafael Prudente (MDB) passou de R$ 2,74 milhões para R$ 2,48 milhões. Bia Kicis (PL), candidata ao Senado, reduziu o valor de R$ 1,69 milhão para R$ 1,33 milhão. Iolando (MDB) foi de R$ 713 mil para R$ 523,3 mil, e Chico Vigilante (PT), de R$ 526,7 mil para R$ 304,6 mil.

Jaqueline Silva (MDB) declarou R$ 1,21 milhão, ante R$ 1,37 milhão. Roosevelt Vilela (PL) passou de R$ 1,99 milhão para R$ 1,94 milhão. Pastor Daniel de Castro (PP) informou R$ 479,6 mil, contra R$ 393,6 mil. Eduardo Pedrosa (União Brasil) teve variação de R$ 2,8 milhões para R$ 3,01 milhões.

Entre os deputados federais, Erika Kokay (PT), que disputa o Senado, declarou R$ 483,9 mil, ante R$ 406 mil. Alberto Fraga (PL) informou R$ 4,95 milhões, pouco acima dos R$ 4,84 milhões registrados em 2022.

Rodrigo Rollemberg (PSB) e Gilvam Máximo (Republicanos) voltaram à disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados após a alteração do resultado de 2022. Gilvam havia sido eleito inicialmente, mas uma nova totalização dos votos do Distrito Federal, determinada depois de decisões do Supremo Tribunal Federal sobre a distribuição das sobras eleitorais, reconheceu Rollemberg como eleito. O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal diplomou Rollemberg em junho de 2025.

Rollemberg declarou R$ 3.043.321,61 em 2026, valor próximo dos R$ 3.038.835,27 informados em 2022. Gilvam Máximo registrou R$ 490.100,07 neste ano, ante R$ 490.050 anteriormente.

Martins Machado (Republicanos) foi o único nome analisado que não declarou bens em nenhuma das duas eleições. Rogério Morro da Cruz (PSD) passou de R$ 2.154,50 para R$ 158,9 mil.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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