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Plenária em Curitiba reúne cerca de mil pessoas para campanha de Lula

Movimentos, sindicatos, partidos e apoiadores organizaram ações presenciais e digitais para o segundo turno das eleições.

Plenária em Curitiba reúne cerca de mil pessoas para campanha de Lula

Cerca de mil pessoas participaram, na noite desta terça-feira (6), de uma plenária na APP Sindicato dos(as) professores(as) e funcionários(as) de escola do Paraná, em Curitiba, para organizar ações de campanha do segundo turno em defesa da reeleição de Lula. O encontro reuniu movimentos, sindicatos, partidos, organizações do campo popular, militantes, parlamentares, candidatos que disputaram as eleições, estudantes, artistas e apoiadores contrários à extrema-direita.

A pauta principal foi a elaboração de iniciativas para dialogar com a população, apresentar um projeto popular de país e denunciar o risco de perda da democracia e de direitos básicos. Entre os direitos mencionados estavam os trabalhistas, o voto feminino, a greve e a manifestação política.

Ações nas ruas e nas redes

As propostas combinaram atividades presenciais, com conversas nas periferias e no interior do estado, e atuação nas redes digitais. Embora tenham sido descritas como um campo de batalha desigual, com interferência das Big Techs, as redes foram consideradas parte do cotidiano da maioria dos brasileiros. A prioridade anunciada foi o contato direto com a população, em conversas para buscar votos e dialogar com pessoas indecisas.

Entre as ações sugeridas estão carreatas, buzinaços, adesivaços e atividades culturais, além do trabalho nas ruas e no ambiente digital. Miss Preta (PT), primeira mulher negra eleita deputada estadual no Paraná, afirmou que a esquerda recuperou a autoestima. “Acabou o desânimo, sem clima de velório. A vitória será nossa”, declarou.

Edson Bagnara, da Direção Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), defendeu a retomada do contato direto como eixo da mobilização: “Nossa experiência histórica é o trabalho de base”.

A assembleia reuniu militantes antigos, integrantes de partidos de esquerda e pessoas sem vínculo com organizações políticas. Entre os participantes estava a estudante de Relações Públicas Ana Luiza Moretti, que associou sua presença ao temor de retrocessos em uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL), especialmente para mulheres e lésbicas.

A reação aos resultados do primeiro turno também levou um grupo de amigos a criar, em um grupo de WhatsApp, uma iniciativa para enfrentar o avanço do bolsonarismo. Em menos de dois dias, o grupo foi ampliado e se tornou a comunidade Frente Democrática Popular de Curitiba, que reúne cerca de 3 mil integrantes.

O estudante de Engenharia Industrial Lucas Eduardo, um dos criadores, participou da plenária em defesa da ação coletiva. A militante Mirian Nascimento também esteve na mobilização e criou, com amigas, o Comitê Popular Loukas por Lula.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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