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Rio Grande do Sul prevê temporais, granizo e ventos acima de 90 km/h

Defesa Civil alerta para chuva intensa, risco de inundações e novos impactos após eventos que já afetaram 82.313 pessoas.

Rio Grande do Sul prevê temporais, granizo e ventos acima de 90 km/h
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O Rio Grande do Sul pode registrar tempestades severas neste sábado (3), principalmente entre a tarde e a noite. A Defesa Civil prevê granizo de grande porte, rajadas de vento superiores a 90 km/h e chuva que pode alcançar 90 milímetros em alguns pontos.

O alerta inclui o Oeste, a Campanha, o Centro, as Missões, o Noroeste, o Norte, os Vales, a Serra, a Costa Doce e parte da Região Metropolitana. A estimativa é de acumulados entre 20 e 50 milímetros ao longo do dia, com volumes pontuais de até 90 milímetros nas Missões, no Centro, nos Vales e na Costa Doce.

A previsão ocorre após os efeitos das chuvas registradas nos últimos dias. Em balanço divulgado na sexta-feira (2), a Defesa Civil contabilizou 173 ocorrências em 147 municípios e 82.313 pessoas afetadas. O levantamento registra seis feridos: dois em Pontão e um em cada um dos municípios de Alegrete, Capão do Cipó, Garruchos e São Nicolau.

Desde o início do evento hidrometeorológico, em 25 de setembro, 6.756 pessoas ficaram desalojadas e 8.618 residências foram danificadas.

Risco nos rios

A Defesa Civil também monitora a elevação dos rios. No Baixo Jacuí, a atenção se estende de Dona Francisca ao Delta do Jacuí. No rio Uruguai, o nível pode chegar ao limite de inundação entre Iraí e Porto Vera Cruz.

Com as novas chuvas, há possibilidade de alagamentos, cheias de arroios e pequenos rios e extravasamentos. A propagação das cheias deve continuar no Baixo Jacuí, entre Cachoeira do Sul e o Delta do Jacuí. No rio Uruguai, são esperadas elevações significativas entre Tiradentes do Sul e São Borja.

Também há previsão de aumento nos rios Ibirapuitã, em Alegrete, e Ibicuí, em Manoel Viana, com possibilidade de atingir cotas de atenção e alerta.

A orientação é buscar abrigo, evitar árvores e estruturas metálicas e não atravessar áreas alagadas ou inundadas, a pé ou de carro. Em regiões sujeitas a esses eventos, os moradores devem manter documentos, muda de roupas, água e medicamentos preparados para uma eventual saída. Em áreas de risco extremo, a recomendação é deixar o local imediatamente e seguir as instruções da Defesa Civil municipal.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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