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Economia

Bolsas europeias encerram sessão com desempenho misto e petróleo em queda

Mercados reagiram ao recuo do petróleo, à cautela sobre juros nos EUA e a sinais divergentes sobre uma possível negociação entre Washington e Teerã.

Bolsas europeias encerram sessão com desempenho misto e petróleo em queda

As bolsas europeias terminaram a terça-feira (22) com resultados divergentes, em um pregão influenciado pela oscilação do petróleo e por sinais mistos sobre uma possível abertura diplomática entre Estados Unidos e Irã. A queda da commodity durante o dia reduziu parte das preocupações com inflação e juros, mas os investidores mantiveram cautela diante da perspectiva de uma política monetária ainda restritiva nos EUA.

O FTSE 100, de Londres, recuou 0,29%, para 10.708,33 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,10%, a 25.600,01 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, subiu 0,20%, para 8.154,91 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,53%, a 52.095,83 pontos. O Ibex 35, de Madri, ganhou 0,39%, aos 19.801,10 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, teve alta de 0,41%, a 9.656,71 pontos. As cotações são preliminares.

Na zona do euro, a confiança do consumidor recuou e ficou abaixo da previsão de analistas. O resultado reforçou a preocupação com os custos de energia depois de Philip Lane, economista-chefe do Banco Central Europeu, alertar que uma segunda onda de alta dos preços pode manter a inflação elevada até 2027.

Entre as empresas, a Kingfisher subiu cerca de 12% em Londres após elevar as projeções para o ano fiscal de 2027. A Smiths Group avançou 7,7% após divulgar resultados acima do esperado, enquanto a IAG ganhou 1,8%, favorecida pelo petróleo mais barato.

Em Frankfurt, Zalando e Adidas avançaram cerca de 3,7% e 2,7%, respectivamente. Mercedes-Benz recuou 0,7%, e Allianz caiu perto de 3%. Em Madri, Puig Brands subiu quase 4%. Capgemini ganhou 1,1% em Paris, e ASML avançou 2,1% em Amsterdã, com a retomada do interesse por ações ligadas à inteligência artificial. O UBS avaliou que papéis europeus relacionados à expansão da infraestrutura de IA continuam subavaliados em relação aos americanos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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