Conta de luz e alimentos levam IPCA a queda de 0,32% em agosto
Desconto de Itaipu reduziu a tarifa de energia, enquanto alimentos e transportes também contribuíram para o resultado negativo do índice.
Desconto de Itaipu reduziu a tarifa de energia, enquanto alimentos e transportes também contribuíram para o resultado negativo do índice.
Deflação de 0,32% foi influenciada pelo bônus de Itaipu e pela queda dos alimentos, mas riscos seguem no radar do Banco Central.
Índice cai apesar da alta em Nova York e na Europa, enquanto investidores avaliam inflação, juros e pesquisas eleitorais.
Inflação oficial teve a maior deflação desde 2022; energia elétrica, passagens aéreas e alimentos ficaram entre as maiores quedas.
Autoridade monetária manteve a taxa básica e projetou inflação entre 6% e 7% em 2026, com retorno à meta em 2027.
Alta ocorre em meio à redução da oferta, à escalada do conflito com o Irã e à elevação dos preços do petróleo.
Queda do desemprego e avanço da ocupação convivem com inflação, dívidas acumuladas e menor ganho salarial médio.
Pesquisa do Dieese e da Conab aponta queda mensal na maioria das capitais, enquanto São Paulo mantém a cesta mais cara do país.
Christine Lagarde afirmou que a inflação deve voltar à meta apenas no final de 2027 e evitou indicar os próximos passos dos juros.
Preços ao produtor avançam 3,8%, enquanto a inflação ao consumidor segue abaixo da meta oficial de 2%.
Consumidores mantiveram projeções de 3,6% para 12 meses e 3% para cinco anos, enquanto expectativa para três anos recuou.
Estimativa para o IPCA continua acima do teto da meta, enquanto mercado prevê Selic de 13,75% ao ano no fim de 2026.
Em comício em São José do Rio Preto, presidente também falou sobre salário mínimo, inflação e uso da plataforma gov.br.