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Economia

DI longo recua com Copom neutro e cenário externo mais favorável

Taxas para 2029 e 2031 caem mais que o contrato curto após comunicado do Copom e redução dos rendimentos dos Treasuries.

DI longo recua com Copom neutro e cenário externo mais favorável

Os contratos de juros futuros recuaram nesta quinta-feira, 17, com queda mais intensa nos vencimentos longos. O movimento ocorreu após a divulgação do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), considerado mais neutro e com poucas mudanças em relação ao documento anterior.

No ambiente internacional, o petróleo e os rendimentos dos Treasuries estavam em baixa, enquanto o dólar caía ante o real. A melhora externa veio depois da cautela observada na quarta-feira, quando o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, adotou um tom mais duro após promover uma elevação dos juros básicos.

Às 9h06, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 13,555%, ante 13,588% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 recuava para 13,770%, contra 13,903%, enquanto o DI para janeiro de 2031 caía para 13,990%, de 14,116% no ajuste de ontem.

A diferença de intensidade entre os contratos refletia a reação ao comunicado do Copom: a ponta longa concentrava o movimento de baixa, enquanto as taxas curtas apresentavam recuo limitado. O comportamento dos juros também ocorria em meio à queda maior do IBC-Br, mencionada entre os fatores associados ao ajuste das taxas.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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