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EUA barram produtos do Canadá em nova escalada comercial

Proibição de bebidas, laticínios e veículos deve começar em 29 de setembro, após retaliação canadense a tarifas norte-americanas.

EUA barram produtos do Canadá em nova escalada comercial
Foto: REUTERS/Ken Cedeno

Os Estados Unidos anunciaram na noite de terça-feira (8) a proibição de importações de diversos produtos canadenses, incluindo bebidas alcoólicas, laticínios e veículos automotores. Conforme a Casa Branca, a medida deve entrar em vigor em 29 de setembro e amplia o conflito comercial entre os dois países.

A decisão ocorreu depois que o Canadá passou a cobrar tarifas de 15% a 50% sobre itens norte-americanos. A lista canadense inclui aço, móveis, roupas e eletrônicos, e as taxas começaram a valer nesta semana.

Produtos atingidos

Entre as bebidas proibidas estão cerveja, alguns tipos de vinho, uísque, bourbon, rum, vodca, vermute, tequila e conhaque. A restrição aos laticínios inclui proteína de soro de leite, melaço invertido e melaço de cana.

A Casa Branca afirmou que a ação foi adotada com base na Seção 338. “Como o Canadá manteve e, de fato, aumentou sua discriminação contra o comércio dos Estados Unidos, o presidente Trump, sob a Seção 338, impôs proibições de importação”, declarou o governo norte-americano.

A medida é uma resposta às tarifas canadenses, que foram impostas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar, em julho, uma cobrança adicional de 50% sobre determinados produtos do Canadá. Na ocasião, Trump disse que Washington era vítima de um comércio discriminatório.

Ao mesmo tempo, os Estados Unidos retiraram alguns produtos da relação sujeita à tarifa de 50%. Entre os itens excluídos estão sal, cimento, produtos de papel, chumbo refinado, equipamentos elétricos e partes de varas de pesca. A Casa Branca informou que a alteração busca reduzir o impacto sobre o comércio norte-americano e atender ao interesse público.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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