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Houthis afirmam ter atacado Riad e instalação da Aramco

Grupo diz que usou mísseis e drones em ações contra a capital saudita e Yanbu, no litoral do Mar Vermelho.

Houthis afirmam ter atacado Riad e instalação da Aramco
Foto: REUTERS/Stringer

Os houthis afirmaram neste sábado (19) ter lançado mísseis e drones contra locais considerados sensíveis em Riad, capital da Arábia Saudita, e contra uma instalação da Aramco em Yanbu. O grupo, que atua no Iêmen com apoio do Irã, não informou quais estruturas foram atingidas na capital.

Horas antes do anúncio, chamas e uma grande coluna de fumaça haviam sido vistas perto do principal aeroporto de Riad. Imagens mostraram fumaça preta na área e, em alguns momentos, chamas atrás de estruturas que aparentavam ser tanques de combustível. Um jornalista na região de Olaya relatou ter ouvido explosões antes do encerramento do alerta.

Durante a madrugada, a Defesa Civil saudita havia advertido sobre possíveis riscos de ataques aéreos em Riad e em Al-Kharj, cidade situada a leste da capital.

Alegação de resposta a ataque

Em comunicado, as Forças Armadas do Iêmen, nome usado pelos houthis para seu braço militar, disseram ter realizado duas operações contra a Arábia Saudita. O porta-voz militar Yahya Sarea afirmou que foram empregados “um grande número” de mísseis balísticos e de cruzeiro, além de drones. O grupo declarou que as ações foram bem-sucedidas e provocaram incêndios de grandes proporções nos alvos.

Sarea apresentou os ataques como resposta a ofensivas aéreas contínuas da Arábia Saudita contra o Iêmen. Segundo ele, caças F-15 e Typhoon sauditas teriam partido das bases de Khamis Mushait e Taif para realizar 732 ataques aéreos. O porta-voz alegou que essas ações mataram e feriram civis e atingiram infraestrutura civil.

Os houthis controlam as áreas mais populosas do Iêmen e têm realizado ataques contra cidades sauditas, estruturas de energia e embarcações no Mar Vermelho. A escalada ocorre enquanto o tráfego pelo Estreito de Ormuz permanece bloqueado, aumentando os riscos para o transporte marítimo e para o fluxo global de petróleo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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