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Polícia britânica não encontra explosivos em vans perto de base aérea

Cinco britânicos foram presos e liberados sob fiança; investigação avalia possível ligação com um Estado estrangeiro, incluindo o Irã.

Polícia britânica não encontra explosivos em vans perto de base aérea
Foto: Toby Shepheard/Reuters - 27.09.2026

A polícia britânica não encontrou dispositivos explosivos em três vans revistadas perto da base aérea de RAF Fairford, onde cinco cidadãos foram presos sob suspeita de planejar um ataque terrorista. Os agentes apreenderam uma quantidade não especificada de gasolina nos veículos.

As prisões ocorreram na madrugada de domingo (27), depois que um morador relatou movimentação suspeita nas proximidades da base, em Gloucestershire, na Inglaterra. O grupo foi liberado sob fiança na segunda-feira (28), mas continua sob investigação e deve cumprir condições determinadas pelas autoridades.

O chefe da Polícia Antiterrorista britânica, Laurence Taylor, afirmou que a apuração prossegue e que a segurança pública orienta as decisões tomadas no caso. “Eles continuam sob investigação e devem cumprir condições rigorosas enquanto prosseguimos com o nosso trabalho”, declarou.

As vans exibiam o logotipo de uma empresa de transporte de combustível, que negou ser a proprietária dos veículos. A presença da marca levou moradores e usuários de redes sociais a especular sobre uma possível relação dos suspeitos com furtos de combustível. A polícia, porém, não confirmou essa hipótese.

Investigação sobre possível ligação estrangeira

As autoridades também analisam se o episódio tem conexão com um Estado estrangeiro. Taylor disse que os investigadores consideram diferentes possibilidades, inclusive a atuação de pessoas que poderiam agir, de forma consciente ou não, em nome de outro país.

A possibilidade de envolvimento do Irã esteve entre os motivos para a reunião do Cobra, comitê de crise do governo britânico, realizada na segunda-feira. Participaram do encontro autoridades policiais e de segurança.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a libertação dos cinco suspeitos, embora tenha afirmado que as autoridades britânicas estavam trabalhando “muito bem” no caso. Ele também sugeriu uma possível relação com o Irã, sem apresentar mais detalhes.

Em março, o governo britânico havia autorizado os Estados Unidos a usar a base para “operações defensivas específicas no Irã”. A embaixada iraniana em Londres negou envolvimento no episódio e classificou as especulações como infundadas e maliciosas.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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