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Restrições em pontes de Kiev interrompem travessias sobre o Dnieper

Ataques de drones fecharam a Ponte Sul e limitaram o trânsito em Paton e Metro, provocando congestionamentos na capital ucraniana.

Restrições em pontes de Kiev interrompem travessias sobre o Dnieper

A circulação entre as duas margens do Dnieper ficou praticamente inviável nesta sexta-feira (2), depois que autoridades ucranianas fecharam a Ponte Sul e restringiram o trânsito nas pontes Paton e Metro. O Exército ucraniano informou que a Rússia lançou mais de 100 drones contra o país na noite de quinta para sexta-feira, incluindo cerca de 50 drones a jato.

A Ponte Sul, que também abriga uma linha de metrô, havia sido atingida por drones russos na quinta-feira e voltou a ser bombardeada durante a noite. Após os novos ataques, a estrutura foi fechada ao tráfego. Não houve registro de ataques contra Paton e Metro, mas a circulação nelas também foi limitada, segundo o prefeito Vitali Klitschko.

Travessias paralisadas

As restrições afetaram as vias próximas ao rio. O aplicativo Waze ainda indicava grandes congestionamentos ao meio-dia, dificultando os deslocamentos entre as margens. Kiev tem cerca de três milhões de habitantes e depende fortemente de suas oito pontes sobre o Dnieper.

Tetiana Osipenko, uma costureira de 49 anos, afirmou que tentou durante três horas chegar ao trabalho na margem esquerda. “Hoje é impossível atravessar as pontes”, declarou.

Klitschko disse que os ataques contra infraestruturas essenciais estão devastando a capital e avaliou que a cidade deve passar a uma situação de guerra. “O inimigo está destruindo Kiev”, escreveu no Telegram.

O presidente Volodimir Zelensky acusou Vladimir Putin de violar as normas do conflito armado ao autorizar ataques maciços contra áreas civis. O Kremlin rejeita a acusação.

A ofensiva ocorre em meio à intensificação dos ataques russos em todo o país. Em Kiev, as sirenes antiaéreas soam constantemente, enquanto ataques contra trens e postos de serviços já afetaram redes ferroviárias e rodoviárias, além de instalações logísticas e de comunicações na cidade e em sua região.

O conflito começou com a invasão em grande escala da Rússia em fevereiro de 2022. Desde então, os combates se concentraram em grande medida no leste, enquanto Kiev havia sido relativamente poupada da devastação próxima à frente de batalha.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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