Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (11) que os Estados Unidos continuarão lutando e jamais esquecerão os ataques de 11 de setembro de 2001. A declaração foi feita durante a cerimônia no Pentágono pelo 25º aniversário dos atentados. O presidente não participou dos eventos em Nova York.
“Hoje renovamos o juramento sagrado que fizemos em nome deles (as vítimas, ndr) há um quarto de século. Nunca, jamais esqueceremos. É por isso que lutamos hoje”, disse Trump. Em seguida, acrescentou que os Estados Unidos não têm escolha e que a luta deve terminar com a vitória.
Referência ao conflito com o Irã
O secretário da Defesa, Pete Hegseth, declarou que o combate ao jihadismo continua e incluiu o Irã entre os focos atuais. Ele também mencionou terroristas islâmicos no exterior e dentro dos Estados Unidos, além de afirmar que inimigos conspiram diariamente para enfraquecer o país e matar cidadãos americanos.
Hegseth disse que, nos últimos seis meses, os Estados Unidos dizimaram o maior patrocinador estatal do terrorismo no mundo, em referência ao Irã.
A guerra contra o Irã começou em fevereiro, após ataques dos Estados Unidos e de Israel. Os dois países acusam Teerã de ter a intenção de adquirir armas nucleares. Sete meses depois, o conflito havia se espalhado pela região: o Irã lançou ataques de retaliação contra vizinhos do Golfo, enquanto seus aliados houthis atacaram a Arábia Saudita.
O fornecimento de hidrocarbonetos pelo Estreito de Ormuz foi gravemente interrompido. A rota marítima é disputada pelos Estados Unidos e pelo Irã, e os preços do petróleo permanecem voláteis nos mercados.


