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Política

Carlos Jordy prioriza investigações contra ministros do STF no Senado

Senador eleito pelo Rio de Janeiro afirma que Congresso deve conduzir processos contra ministros e condiciona CPMI do Banco Master a novas informações.

Carlos Jordy prioriza investigações contra ministros do STF no Senado
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O senador eleito Carlos Jordy (PL) afirmou que pretende transformar a investigação e a eventual abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em uma de suas principais bandeiras no Senado. Ele assumirá uma cadeira pelo Rio de Janeiro a partir de 2027 e disse que o Legislativo deverá liderar esse movimento.

Jordy declarou que o resultado das urnas indica, em sua avaliação, insatisfação com a atuação do STF e que a bancada do Partido Liberal terá mais de um terço das cadeiras do Senado a partir de 2027. Para o parlamentar, essa composição amplia as possibilidades de aprovação de uma investigação contra integrantes da Corte.

O principal alvo citado por Jordy é o ministro Alexandre de Moraes. O senador eleito afirmou que Moraes deve ser investigado por supostos crimes e por sua participação no caso envolvendo o Banco Master. Também mencionou os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino entre os possíveis alvos de investigações no Senado.

Além dos processos de impeachment, Jordy defende mudanças na estrutura do Judiciário. Entre as propostas estão mandatos fixos de oito ou dez anos para ministros do STF, a proibição de decisões monocráticas e a retirada da competência penal da Corte. Na visão dele, o tribunal deveria se concentrar na análise da constitucionalidade das leis aprovadas pelo Congresso.

CPMI do Banco Master

Jordy, que ainda é deputado federal, foi um dos defensores da abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes atribuídas ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Ao ser questionado sobre a manutenção dessa pauta no Senado, ele afirmou que será necessário recolher novamente assinaturas de parlamentares.

O senador eleito condicionou a criação da CPMI ao andamento das investigações. Ele elogiou o ministro André Mendonça, que conduz a apuração no STF, e disse que a comissão poderá ser instalada se ainda houver pontos sem esclarecimento no ano que vem.

Caso as investigações estejam adiantadas e os fatos já tenham sido esclarecidos, Jordy afirmou que não haverá motivo para criar a comissão. Se persistirem questões que exijam aprofundamento, porém, ele declarou que defenderá a retomada da proposta. A decisão, portanto, dependerá da evolução do caso e de uma nova coleta de assinaturas no Congresso.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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