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Política

Políticos tradicionais ficam sem mandato após primeiro turno de 2026

Ex-ministros, ex-governadores e parlamentares com longa atuação não conseguiram se eleger ou renovar o mandato no Congresso Nacional.

Políticos tradicionais ficam sem mandato após primeiro turno de 2026

O primeiro turno das eleições de 2026 deixou fora do Congresso Nacional políticos conhecidos da política brasileira. Entre os derrotados estão senadores que tentavam renovar o mandato e ex-ocupantes de cargos eletivos que buscavam retornar ao Legislativo.

Senadores que não renovaram o mandato

Randolfe Rodrigues (PT-AP), senador desde 2011 e líder do governo no Congresso desde 2023, disputou uma das duas vagas do Amapá, mas não foi reeleito. No Piauí, Ciro Nogueira (PP) também não conseguiu uma das vagas ao Senado. Parlamentar desde 2011, ele foi ministro-chefe da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro (PL).

Renan Calheiros (MDB-AL), senador desde 1995 e ex-presidente do Senado, deixará o Congresso depois de mais de três décadas na Casa. Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e Esperidião Amin (PP-SC) também não renovaram seus mandatos. Amin iniciou sua trajetória política na década de 1970 e passou pelo governo de Santa Catarina, pela Prefeitura de Florianópolis, pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Ex-senadores e ex-ministros ficam fora

Aécio Neves (PSDB), que encerra neste ano o mandato de deputado federal, tentou voltar ao Senado por Minas Gerais, mas não foi eleito. Ex-governador de Minas Gerais, ex-presidente da Câmara e ex-senador, ele também disputou a Presidência da República em 2014.

Em São Paulo, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) não conquistaram as vagas em disputa. Tebet teve 19,23% dos votos, e Marina, 18,12%. Guilherme Derrite (PP), com 30,59%, e André do Prado (PL), com 29,28%, foram eleitos. Tebet foi ministra do Planejamento e Orçamento, enquanto Marina comandou o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Gleisi Hoffmann (PT) não conseguiu retornar ao Senado pelo Paraná. Ela exerceu mandato na Casa entre 2011 e 2019 e foi presidente do Partido dos Trabalhadores e ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula.

Roseana Sarney (MDB), ex-governadora do Maranhão por quatro mandatos e ex-senadora, também não foi eleita. No Rio de Janeiro, Benedita da Silva (PT), ex-governadora, ex-senadora, ex-ministra e deputada constituinte, ficou fora do Senado. Paulo Pimenta (PT), deputado federal e ex-ministro pelo Rio Grande do Sul, terminou atrás de Sanderson (PL), Marcel van Hattem (Novo) e Manuela d'Ávila (Psol); Sanderson e Van Hattem foram eleitos.

José Dirceu (PT-SP), ex-deputado federal e ex-ministro-chefe da Casa Civil, não conseguiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Em Goiás, Delúbio Soares (PT), ex-tesoureiro nacional do partido, também não se elegeu.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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