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Política

Trump cita votação no Brasil, mas confunde país e critica urnas dos EUA

Presidente americano mencionou 125 milhões de votos e usou a apuração brasileira para atacar o sistema eleitoral dos Estados Unidos.

Trump cita votação no Brasil, mas confunde país e critica urnas dos EUA
Foto: O senador Flávio Bolsonaro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

A repercussão internacional do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras incluiu uma confusão de Donald Trump entre Brasil e Índia. O presidente dos Estados Unidos afirmou que “125 milhões de pessoas votaram hoje” e destacou a rapidez da apuração das urnas eletrônicas, mas não mencionou os candidatos brasileiros. Em uma publicação na Truth Social, usou o resultado para criticar o sistema eleitoral americano.

Trump comparou a apuração brasileira aos resultados em cidades e estados dos Estados Unidos e afirmou que, nesses locais, votações com números menores podem levar semanas para serem calculadas. Na mesma mensagem, declarou que a votação americana é corrupta.

A disputa brasileira colocou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A definição foi tratada no exterior como um momento relevante para o equilíbrio político da América Latina e como um teste para a relação de forças entre a direita e a esquerda na região.

Javier Milei, presidente da Argentina, comemorou a liderança de Flávio Bolsonaro e associou o resultado à defesa da liberdade no continente americano. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, parabenizou o candidato do PL e manifestou expectativa pela retomada da amizade entre Brasil e Israel.

Na Colômbia, o presidente Abelardo de la Espriella, que tomou posse em agosto, saudou a vantagem de Flávio Bolsonaro. Ele afirmou que a mudança no país dependeria da derrota da esquerda. Gustavo Petro, ex-presidente colombiano, respondeu que líderes de direita governam a América Latina há dois séculos e criticou a interpretação de que a mudança regional estaria ligada à interrupção do período de governos progressistas e humanistas.

A análise internacional também destacou a polarização da eleição brasileira e seus possíveis efeitos sobre a política regional. O segundo turno foi associado à disputa entre uma eventual guinada conservadora na América Latina e a continuidade de um governo progressista no Brasil. Entre os temas apontados como divisores entre Lula e Flávio Bolsonaro estão a proteção da Amazônia, a exploração de minerais críticos e as relações diplomáticas com a China e Washington.

A votação decisiva está marcada para 25 de outubro. A vantagem de Flávio Bolsonaro no resultado oficial foi descrita como superior às estimativas de pesquisas eleitorais anteriores, enquanto a disputa passou a ser considerada altamente incerta.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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