Mercado reduz previsão de inflação para 2026 no relatório Focus
Estimativa para o IPCA caiu de 5% para 4,90%, mas continua acima do centro da meta de inflação do Banco Central.
Estimativa para o IPCA caiu de 5% para 4,90%, mas continua acima do centro da meta de inflação do Banco Central.
Desconto de Itaipu reduziu a tarifa de energia, enquanto alimentos e transportes também contribuíram para o resultado negativo do índice.
Deflação de 0,32% foi influenciada pelo bônus de Itaipu e pela queda dos alimentos, mas riscos seguem no radar do Banco Central.
Inflação oficial teve a maior deflação desde 2022; energia elétrica, passagens aéreas e alimentos ficaram entre as maiores quedas.
Inflação acumulada ficou abaixo do teto de 4,50% pelo segundo mês seguido, impulsionada pela queda dos alimentos e dos combustíveis.
Queda na energia elétrica residencial levou o grupo Habitação a registrar o menor resultado para agosto desde o Plano Real.
Energia elétrica, passagens aéreas e alimentos ajudaram a levar o índice mensal à deflação, informou o IBGE.
Mercado reduz taxas médias, enquanto juros curtos têm queda limitada pela expectativa de corte de 25 pontos-base da Selic.
Inflação abaixo do esperado fortalece apostas em corte da Selic, enquanto investidores aguardam dados dos Estados Unidos e decisão do Fed.
Índice acumulado em 12 meses teve alta de 4,22%, também abaixo da mediana das estimativas dos analistas.
Projeção para o IPCA de 2026 recuou para 5,00%, enquanto estimativas para 2027 subiram para 4,29%.