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Economia

Juros futuros caem após IPCA de agosto e recuo do petróleo e dos Treasuries

Mercado reduz taxas médias, enquanto juros curtos têm queda limitada pela expectativa de corte de 25 pontos-base da Selic.

Juros futuros caem após IPCA de agosto e recuo do petróleo e dos Treasuries

As taxas dos juros futuros recuaram na manhã desta sexta-feira, 11, pressionadas pela deflação do IPCA de agosto, pela queda do petróleo e pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries. O movimento foi mais evidente nos vencimentos médios, enquanto as taxas de curto prazo tiveram baixa limitada pela expectativa já incorporada de redução da Selic na próxima semana.

O IPCA registrou deflação de 0,32% em agosto, informou o IBGE. O resultado, maior do que o esperado, tende a ampliar as apostas de um novo corte de juros ainda este ano e a diminuir as projeções de alta da taxa no ano que vem.

Taxas dos contratos

Às 9h20, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 era negociado a 13,575%, ante 13,586% no ajuste anterior. Para janeiro de 2029, a taxa recuava a 13,755%, depois de fechar em 13,831%. Já o vencimento para janeiro de 2031 caía a 13,950%, contra 14,029% no ajuste de quinta-feira, 10.

A precificação predominante considera um corte de 25 pontos-base da Selic, levando a taxa para 13,75% ao ano na próxima semana. A reação aos dados de inflação, porém, se concentra nas expectativas para as decisões seguintes.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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