Juros futuros sobem com pressão externa e cautela sobre eleições e STF
Mercado eleva taxas longas enquanto mantém apostas majoritárias em corte de 25 pontos-base da Selic na próxima quarta-feira (16).
Mercado eleva taxas longas enquanto mantém apostas majoritárias em corte de 25 pontos-base da Selic na próxima quarta-feira (16).
Mercado acompanha pesquisas presidenciais, investigações no STF, projeções do Focus e sinais de cautela no exterior.
Estimativa para 2027 permanece em 12%, enquanto previsões recentes para 2026 recuam para 13,56%.
Juros, custos de construção e endividamento reduziram a oferta de imóveis entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões.
Deflação de 0,32% foi influenciada pelo bônus de Itaipu e pela queda dos alimentos, mas riscos seguem no radar do Banco Central.
Índice cai apesar da alta em Nova York e na Europa, enquanto investidores avaliam inflação, juros e pesquisas eleitorais.
Decisão do Copom ocorre enquanto juros longos sobem no exterior, petróleo avança e o mercado monitora a situação fiscal brasileira.
Mercado reduz taxas médias, enquanto juros curtos têm queda limitada pela expectativa de corte de 25 pontos-base da Selic.
Inflação abaixo do esperado fortalece apostas em corte da Selic, enquanto investidores aguardam dados dos Estados Unidos e decisão do Fed.
Ministro da Fazenda afirma que debate sobre desenvolvimento deve avançar após pacificação das contas públicas e redução dos juros.
Autoridade monetária manteve a taxa básica e projetou inflação entre 6% e 7% em 2026, com retorno à meta em 2027.
Estatal espera concluir em 15 de setembro contrato com quatro bancos privados; operação terá prazo de 15 anos.
Decisões do BCE e do Federal Reserve podem restringir o espaço para novos cortes no Brasil, embora economistas não prevejam abandono do ciclo.
Christine Lagarde afirmou que a inflação deve voltar à meta apenas no final de 2027 e evitou indicar os próximos passos dos juros.
Índice avança apesar da queda nas bolsas internacionais, enquanto investidores aguardam pesquisa eleitoral da AtlasIntel.
Candidato do Avante afirmou que o próximo ano exigirá medidas difíceis e relacionou as contas públicas ao custo dos juros.
Aplicações em poupança, Tesouro IPCA+, CDB e Tesouro Selic têm retornos diferentes e regras próprias de tributação.
Mecanismo apresentado ao CNJ busca reduzir o intervalo entre a liberação dos recursos municipais e o recebimento pelos credores.
Operações com vencimentos próximos ao pleito indicam apostas de alta para o Ibovespa e PETR4 em caso de alternância de poder.
O ouro recuou na Comex diante da alta dos rendimentos dos Treasuries e da expectativa por decisões do Federal Reserve.