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Sebastião Costa aponta histórico de violência associado à extrema direita

Em texto de opinião, o médico relaciona derrotas eleitorais de Lula, conflitos internacionais e ataques à democracia ao avanço do extremismo.

Sebastião Costa aponta histórico de violência associado à extrema direita

Sebastião Costa, médico pneumologista, descreve a trajetória política de Lula a partir das derrotas nas urnas e sustenta que a extrema direita passou a representar uma ameaça direta às normas democráticas. Para ele, o ambiente político mudou quando o extremismo assumiu o outro lado da disputa eleitoral, trazendo violência e conflito.

O autor afirma que Lula perdeu a primeira eleição para Collor de Melo com o auxílio da Rede Globo. Também atribui as duas derrotas seguintes ao Plano Real, implantado durante o governo de Itamar Franco sob condução do ministro Ricupero. Costa resume esse período dizendo que Lula perdeu três eleições seguidas.

Na sequência, o texto registra a vitória de Lula em uma, duas, três eleições seguidas, associando o resultado à sua história, ao carisma e à sensibilidade social. A partir daí, Costa contrapõe esse percurso ao que chama de pedigree violento da extrema direita, associado por ele ao fascismo, ao trumpismo e ao bolsonarismo.

Violência política e ataques democráticos

Costa responsabiliza a extrema direita por agressões políticas e pela derrubada de governos eleitos, além de prisões, torturas e assassinatos. Ele cita episódios no Brasil e na Bolívia de 1964, na Argentina de 1966 e 1976, e no Chile e no Uruguai de 1973.

O médico também menciona a depredação da Praça dos Três Poderes e a destruição do Capitólio como sinais do ressurgimento de um espírito antidemocrático. No cenário internacional, relaciona à extrema direita a invasão de um país soberano para capturar um governante, a morte de 14 mil crianças palestinas e a morte de civis em bombardeios no Irã, no Iêmen, na Nigéria, na Síria e na Somália. Inclui ainda ataques a países soberanos em busca de petróleo.

Ao final, Costa critica o apoio eleitoral ao negacionismo, ao racismo e ao extremismo de direita em diferentes países. No Brasil, menciona conflitos entre cidadãos e tentativas de manter no poder um admirador do maior torturador da história do país.

Em oposição a esse cenário, defende um Brasil harmônico, a continuidade de programas voltados à melhoria da qualidade de vida da população mais pobre e a convivência sem atritos e conflitos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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