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Greve na Caixa seguirá até votação de proposta sobre Saúde Caixa e benefícios

Paralisação chega ao oitavo dia, e empregados votarão na segunda-feira uma proposta que amplia a participação da Caixa no plano de saúde.

Greve na Caixa seguirá até votação de proposta sobre Saúde Caixa e benefícios
Foto: Divulgação/Tânia Rêgo/Agência Brasil

A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal continuará até a votação de uma nova proposta na segunda-feira (21). A paralisação chegou ao oitavo dia nesta quinta-feira (17), depois que o banco apresentou mudanças ao Comando Nacional dos Bancários durante uma negociação iniciada na quarta-feira (16), em São Paulo.

A principal alteração é o aumento, de 6,5% para 9% da folha de pagamento, do limite de participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa a partir de 2027. A proposta preserva o pacto intergeracional, o modelo solidário e a presença do plano no Acordo Coletivo de Trabalho.

Saúde Caixa e demais condições

Para 2026, não está previsto reajuste nas mensalidades, e a Caixa assumirá o déficit do plano. A partir de 2027, titulares contribuiriam com 3,7% da remuneração-base. Dependentes diretos pagariam R$ 560; dependentes indiretos teriam valores de R$ 660 para filhos de 21 a 24 anos e de R$ 900 para filhos de 24 a 27 anos e pais ou mães remanescentes.

O limite do grupo familiar, composto pelo titular e pelos dependentes diretos, seria de 9%. A cobrança por consulta em pronto atendimento cairia de R$ 150 para R$ 120, enquanto a isenção de coparticipação em telemedicina seria mantida. Banco e representantes dos empregados também discutiriam o plano mensalmente. Um grupo de trabalho deverá ser criado em até 60 dias para tratar de gestão, governança e novas fontes de receita.

A proposta prevê mudanças no Super Caixa ainda no segundo semestre de 2026. A habilitação passaria a considerar o NS individual do empregado, e não a nota da unidade. O CSAT seria aplicado apenas ao gestor-chefe, e a premiação pela habilitação subiria de 25% para 50%. Para 2027, estão previstos estudos sobre produtos, indicadores de satisfação e sustentabilidade e regras de premiação.

Trabalho, paralisação e votação

A Caixa informou que não haverá penalização aos empregados neste ano por questões relacionadas ao Figital e ao Genesys. Em 2027, o intervalo considerado no indicador deverá passar de cinco para dez minutos. O trabalho remoto será analisado pelo GT Trajetória, enquanto o Plano de Funções Gratificadas e um novo piso para empregados de Tecnologia da Informação também serão discutidos.

A proposta mantém o pagamento de R$ 3 mil por empregado pelo atingimento do Índice de Eficiência Operacional de 2026. Os representantes dos empregados afirmam que o pagamento está garantido porque o índice foi alcançado em junho. Se houver aprovação, o dia de paralisação de 20 de agosto será abonado, e os dias úteis de greve deverão ser compensados em até 180 dias.

Caso a aprovação ocorra até 21 de setembro, a Caixa prevê pagar a PLR, o Super Caixa, o bônus e o prêmio de R$ 3 mil no dia 30. Até a votação, a paralisação continuará.

Durante a greve, o banco orienta os clientes a utilizar o App CAIXA, o Internet Banking, o WhatsApp CAIXA e o CAIXA Tem. Também permanecem disponíveis caixas eletrônicos, lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui e terminais Banco24Horas. A Caixa declarou que busca uma “solução que preserve os interesses dos empregados, da instituição, dos clientes e da sociedade brasileira”.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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