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Trump cobra Zelensky por ataques a refinarias e anuncia trégua energética

Presidente dos EUA relacionou a alta do diesel ao conflito europeu, mas o líder ucraniano disse que ainda não há acordo firmado.

Trump cobra Zelensky por ataques a refinarias e anuncia trégua energética

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu no domingo (13) que a Ucrânia interrompa os ataques contra refinarias de petróleo da Rússia. A declaração foi feita durante uma conversa com jornalistas em um clube de golfe na Irlanda, quando também cobrou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A pressão ocorre em meio à alta do diesel nos Estados Unidos. Na última semana, o galão do combustível passou de US$ 6, segundo a Associação Automobilística Americana, atingindo um recorde histórico. Trump atribuiu o aumento ao conflito no leste europeu e negou que a causa esteja na guerra iniciada pelas forças dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em fevereiro. “Isso não é obra do Oriente Médio”, afirmou.

A Ucrânia intensificou os ataques contra instalações de refino russas, o que colocou em risco a capacidade de processamento de Moscou. Como resposta, o presidente russo, Vladimir Putin, prorrogou até o fim de setembro a proibição de exportar diesel.

Na segunda-feira (14), Trump afirmou nas redes sociais que Rússia e Ucrânia haviam chegado a um entendimento para não atacar estruturas de energia. “A Ucrânia concordou em não atingir alvos de energia russos. A Rússia concordou em fazer o mesmo”, escreveu. Zelensky, porém, disse que há uma proposta em discussão, mas que nenhum acordo foi firmado.

As negociações ainda podem avançar, mas o formato e os próximos passos permanecem indefinidos. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que uma rodada trilateral entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos em outubro é possível. O assessor presidencial russo Yuri Ushakov, por sua vez, declarou que as exigências da Rússia permanecem inalteradas.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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