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Brasil

Weller Gonçalves rejeita petróleo na Margem Equatorial e propõe mudanças no trabalho

Candidato do PSTU-SP ao Senado também defende a descriminalização das drogas e a desmilitarização da Polícia Militar.

Weller Gonçalves, candidato do PSTU-SP ao Senado, é contrário ao investimento em combustíveis fósseis e à exploração de petróleo na Margem Equatorial. Ele defende maior rigor na fiscalização ambiental e afirma que a Petrobras deveria ser uma empresa estatal voltada aos trabalhadores, em vez de uma empresa mista.

Ao tratar dos impactos ambientais, Gonçalves citou a previsão de um El Niño que, segundo ele, será o mais violento dos últimos tempos. Na avaliação do candidato, a classe trabalhadora é a parcela mais afetada quando ocorrem tragédias. Ele também afirmou que a Petrobras teria condições de cumprir esse papel por causa de sua lucratividade, embora parte dos recursos seja destinada aos acionistas.

Trabalho e segurança pública

Entre as propostas para uma eventual legislatura, Gonçalves inclui o fim da escala 6×1, a reindustrialização e o uso de políticas de trabalho e educação na segurança pública. A posição do PSTU, segundo ele, é adotar a escala 4×3 e reduzir a jornada para 36 horas semanais.

O candidato considera que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1 pode corrigir desigualdades no mercado de trabalho. Ele observa que muitos trabalhadores já cumprem a escala 5×2 e avalia que a proposta aprovada e em análise no Senado representa um avanço.

Na área de segurança, Gonçalves defende a descriminalização e a legalização das drogas, além da desmilitarização da Polícia Militar. Para ele, parte da violência no país está associada ao tráfico de drogas. O candidato também afirmou que o respeito à Constituição Federal ocorre de maneira diferente entre pobres e ricos.

Críticas à polarização

Ao comentar a crise institucional no Supremo Tribunal Federal e o envolvimento de figuras de diferentes instâncias de poder com o banqueiro Daniel Vorcaro, Gonçalves disse que “esse escândalo do Banco Master colocou todos de joelhos na frente do Vorcaro”.

Ele também criticou a polarização política, que classificou como um problema tanto do bolsonarismo quanto do petismo. “Todo mundo tem seu político de estimação”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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