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Cultura

Três autores cotados para o Nobel de Literatura de 2026

A Academia Sueca anuncia nesta quinta-feira o vencedor, enquanto apostas destacam escritores da China, do Canadá e do Japão.

Três autores cotados para o Nobel de Literatura de 2026
Foto: Chen Xiaozhen/divulgação

O Prêmio Nobel de Literatura de 2026 será anunciado na manhã desta quinta-feira (8) pela Academia Sueca. A distinção é concedida anualmente desde 1901, e os nomes dos indicados permanecem em sigilo por cinquenta anos após a premiação correspondente. Apenas os vencedores são divulgados.

A escolha é conduzida por um comitê formado pelo professor e crítico literário Anders Olsson e pelos escritores Ingrid Carlberg, Ellen Mattson, Steve Sem-Sandberg, Anne Swärd e Anna-Karin Palm.

Enquanto o resultado não é conhecido, três escritores aparecem entre os nomes mais cotados em levantamentos especializados. As apostas incluem uma autora chinesa de ficção, uma poeta canadense e um romancista japonês.

Autora chinesa

Conhecida pelo pseudônimo de Deng Xiaohua, a escritora publicou dezenas de contos, romances e ensaios críticos. A possibilidade de sua escolha também é associada ao revezamento entre homens e mulheres adotado pelo prêmio desde 2018. Em 2025, o vencedor foi um homem.

Seu primeiro livro lançado no Brasil foi Histórias de Amor no Novo Milênio (2025, 400 págs.), publicado pela editora Fósforo.

Escritora canadense

A autora canadense é reconhecida por seus livros de poesia, além de ensaios e traduções de literatura grega antiga. Entre suas obras está Autobiografia do vermelho (Editora 34, 2021), que recria o mito de Gerião em um romance em versos, aproximando poesia e narrativa.

Escritor japonês

Um dos autores contemporâneos mais conhecidos mundialmente, o escritor japonês transita entre o realismo e o fantástico. Entre seus romances estão Kafka à Beira-Mar (2008, Cia. das Letras) e Norwegian Wood (2008, Cia. das Letras), publicado originalmente em 1987 e responsável por ampliar a circulação de sua literatura pelo mundo.

Em 2025, o Nobel foi concedido ao húngaro László Krasznahorkai, autor de Satantango (1985) e Melancolia da Resistência (1989).

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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