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Economia

Crédito do BNDES financia 50 mil veículos para motoristas

A linha para taxistas e motoristas de aplicativos já liberou mais de R$ 5 bilhões e foi transformada em política permanente.

Crédito do BNDES financia 50 mil veículos para motoristas

A linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para renovação de veículos de taxistas e motoristas de aplicativos já financiou 50 mil automóveis. O número supera em mais de dez vezes a média de compras de veículos feita por esse público, afirmou o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Mercadante participou nesta segunda-feira de um seminário da Esfera, em São Paulo. Na ocasião, relacionou a iniciativa ao desempenho da indústria automotiva e citou o recorde histórico de vendas de veículos registrado pela indústria no mês passado como um dos efeitos positivos do programa.

A linha contava com R$ 30 bilhões disponíveis. Desse total, mais de R$ 5 bilhões já foram utilizados, de acordo com o presidente do BNDES. Ele afirmou que o programa começou a ganhar força depois de um período inicial de adaptação, em parte porque atende um público novo para o sistema financeiro.

Obstáculos para contratar o financiamento

Entre as dificuldades para ampliar a adesão estão o acesso ao sistema financeiro e as restrições de crédito. Parte dos motoristas não tem cadastro bancário ativo ou enfrenta dificuldades para obter financiamento. Outros estão negativados e precisam regularizar dívidas antes de contratar a operação.

O comprometimento do orçamento familiar com outras despesas também reduz a capacidade de compra de um veículo novo. Para Mercadante, o fundo garantidor aumenta a segurança das operações e a continuidade do programa deve ampliar o número de financiamentos.

Nesta segunda-feira, um dia antes do encerramento previsto da linha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que transformou o programa em política permanente. Com a medida, a iniciativa deixou de ter prazo de validade.

O BNDES participa do programa porque considera o veículo um investimento produtivo, já que o automóvel é usado como instrumento de trabalho. Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideraram a execução inicial, enquanto bancos privados e instituições ligadas a montadoras aderiram mais recentemente.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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