O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) avançou 1,50% de janeiro a julho de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, informou a autarquia. O resultado reúne os desempenhos dos setores agropecuário, industrial e de serviços, além dos impostos.
No trimestre móvel terminado em julho, porém, o indicador recuou 0,30% ante os três meses anteriores, considerando a série com ajuste sazonal. Nesse intervalo, a atividade ex-agropecuária caiu 0,34%, enquanto o índice específico do agro teve baixa de 0,58%. A indústria recuou 0,48%, os serviços diminuíram 0,16% e os impostos caíram 0,63%.
Resultado no acumulado do ano
Entre janeiro e julho, o índice que exclui a agropecuária cresceu 1,59%, e o indicador do setor agropecuário aumentou 1,37%. A indústria teve alta de 0,71%, os serviços avançaram 2,01% e os impostos, 1,10%.
Na comparação entre o trimestre encerrado em julho e o mesmo período de 2025, sem ajuste sazonal, o IBC-Br registrou expansão de 1,51%. O resultado ex-agropecuária subiu 1,36%, enquanto o índice do agro teve alta de 3,76%. Serviços cresceram 1,64%, a indústria aumentou 0,70% e os impostos avançaram 1,19%.
Variação em 12 meses
No período de 12 meses até julho, o IBC-Br acumulou alta de 1,48%, em uma série sem ajuste sazonal. O desempenho ficou abaixo dos 1,50% registrados até junho, percentual revisado de 1,48%.
O índice ex-agropecuária também acumulou crescimento de 1,48%, ante 1,49% em junho, número revisado de 1,46%. Já o indicador agropecuário passou de 2,48%, revisado de 2,55%, para 2,25%.
Na mesma base de comparação, a indústria saiu de 0,65%, revisado de 0,68%, para 0,66%. Os serviços passaram de 1,97%, revisado de 1,92%, para 1,93%. O índice de impostos avançou de 0,67% para 0,74%. Essa medida corresponde, em linhas gerais, aos impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB).



