A notícia e o que está por trás
Economia

IBC-Br recua 0,2% em julho, mas sobe 1,1% em um ano

Indicador do Banco Central aponta queda no trimestre encerrado em julho e desaceleração da atividade econômica.

IBC-Br recua 0,2% em julho, mas sobe 1,1% em um ano

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,2% em julho, na comparação com junho e com ajuste sazonal. O resultado ficou dentro das expectativas do mercado, segundo a autoridade monetária.

A retração foi puxada principalmente pela agropecuária, que recuou 1,2%. A indústria teve queda de 0,4%, enquanto o setor de serviços permaneceu estável. Apesar do resultado mensal negativo, o indicador avançou 1,1% na comparação com julho de 2025.

Desempenho acumulado

No trimestre encerrado em julho de 2026, em relação ao período terminado em abril de 2026, o IBC-Br registrou queda de 0,3%. Considerando os 12 meses anteriores, houve alta de 1,5%.

Criado pelo Banco Central, o índice busca acompanhar de forma mais rápida e frequente o desempenho da economia brasileira. Por reunir informações de indústria, comércio, serviços e agropecuária, é tratado como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). A divulgação mensal permite observar a evolução da atividade antes dos dados do PIB.

O resultado de julho reforça um cenário de desaceleração indicado pelos dados dos setores econômicos. Esse movimento é esperado diante da taxa Selic, atualmente em 14%, e a previsão é que a perda de ritmo continue no segundo semestre.

Também deve diminuir a influência dos estímulos fiscais adotados pelo governo federal na primeira metade do ano, entre eles a antecipação de precatórios. O Banco Central estima crescimento de 2,0% da economia neste ano, enquanto o governo federal projeta expansão de 2,3%.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.