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Economia

Copom deve reduzir Selic, enquanto Fed é pressionado a elevar juros

Decisões dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos ocorrem no mesmo dia, com inflação no centro das expectativas.

Copom deve reduzir Selic, enquanto Fed é pressionado a elevar juros
Foto: Divulgação

O Banco Central do Brasil deve reduzir a taxa Selic em 0,25%, de 14% ao ano para 13,75%, enquanto o Federal Reserve, dos Estados Unidos, é esperado para elevar os juros na mesma proporção. As decisões concentram as atenções do mercado nesta “Superquarta”.

O Comitê de Política Monetária encerra a reunião iniciada nessa terça (15) e deve divulgar sua decisão a partir das 18h30. Se a projeção se confirmar, será a quinta redução consecutiva da taxa básica brasileira, que alcançará o menor patamar desde o início de 2025. A Selic permaneceu em 13,25% entre janeiro e março do ano passado.

O Boletim Focus divulgado na segunda (14) manteve em 13,25% a estimativa para a taxa ao fim do ano e indicou que o corte previsto será o último de 2026. A sétima reunião do Copom está marcada para 3 e 4 de novembro, e a oitava e última ocorrerá em 8 e 9 de dezembro.

Inflação no Brasil e nos EUA

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo registrou variação de -0,32%. O índice acumula alta de 3,11% no ano e de 4,22% em 12 meses, dentro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional em 3% a partir de janeiro de 2025. O intervalo de tolerância vai de 1,5% a 4,5%.

Nos Estados Unidos, a alta esperada seria a primeira desde julho de 2023. Na ocasião, os juros subiram 0,25%, para a faixa de 5,25% a 5,5% ao ano. A ferramenta FedWatch, do CME Group, indica que 92,5% dos analistas projetam novo reajuste de 0,25 ponto, levando a taxa para o intervalo entre 3,75% e 4% ao ano.

A inflação ao consumidor nos Estados Unidos avançou 0,4% em agosto, com pressão de energia, gasolina e moradia. Em 12 meses, a alta chegou a 3,4%, acima da meta de 2%. O cenário também sofre influência da elevação dos preços do petróleo associada ao conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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